YAY! Resenha de livro <3 Adoro, pode? Já estou enrolando há um tempinho para falar desse novo querido que já li há quase um mês mas que mereceu, desde a primeira página, post aqui no blog!
Vamos conhecer essa belezuraaa?
Ok, Ok, antes de mostrar a sinopse, comecemos por essa capa. ESSA CAPA LINDA! Eu confesso que eu comprei o livro, inicialmente lá na Bienal do Rio, por causa dela. Amo parques de diversão, amo a estrutura da montanha-russa e achei que as cores, aiiii, cairam tão bem. Enfim HAHA vamos ao que interessa.
O garoto de ouro Ezra Faulkner acredita que todo mundo tem uma tragédia esperando ali na esquina – um encontro fatal depois do qual tudo o que realmente importa vai acontecer. Sua tragédia particular esperou até que ele estivesse preparado para perder tudo de uma vez: em uma noite espetacular, um motorista imprudente acabou com a perna de Ezra, com sua carreira no esporte e com sua vida social.
Depois que perdeu o favoritismo ao posto de rei do baile, Ezra agora almoça na mesa dos losers, onde conhece Cassidy Thorpe. Cassidy é diferente de qualquer pessoa que Ezra tenha encontrado antes – melancólica e com uma inteligência mordaz.
Juntos, Ezra e Cassidy descobrem flash mobs, tesouros enterrados e um poodle que talvez seja a reencarnação do Grande Gatsby. À medida que Ezra mergulha nos novos estudos, nas novas amizades e no novo amor, aprende que algumas pessoas, assim como os livros, são difíceis de interpretar. Agora, ele precisa considerar: se uma tragédia já o atingiu, o que poderá acontecer se houver mais infortúnios?
O Começo de Tudo é um livro poético, inteligente e de cortar o coração sobre a dificuldade de ser o que as pessoas esperam, e sobre começos que podem nascer de finais trágicos.
Eu preciso dizer que, com exceção da capa, eu não dava nada para o livro, mas, assim, nada mesmo. Eu pensei que seria mais um simples clichê e que em uma tarde eu leria e, no dia seguinte, o livro ia parar na bagunça do meu quarto, sem importância nenhuma. E, uau haha, como a gente se engana!
De fato, eu li em uma tarde mas, muito diferente do que pensei, eu acabei e fiquei acho que meia hora chocada com o final. Ele, no início, parece clichê ao extremo. Sendo sincera, eu pensei que estava lendo uma versão 2.0 de A Extraordinária Garota Chamada Estrela.
Só que a Robyn Schneider tem algo de especial. Eu normalmente paro minhas leituras porque já não suporto o personagem-narrador, quando é o caso. Mas, dessa vez, eu juro, o Ezra é especial. De inicio, ele parece o típico galã de Hollywood entende? Literalmente, o menino de ouro que sofreu um acidente, virou coitado e teve que apelar para a mesa dos "perdedores".
Diferente de todos os livros, seriados e filmes que tratam de pessoas parecidas, o Ezra tem um enorme destaque da própria vida. A tragédia que aconteceu com ele, na verdade, o fez começar a viver, finalmente. Por que sabem de uma coisa? Ele, na verdade, pertence aquela mesa de perdedores e ai que o livro tem seu diferencial.
E ainda temos Cassidy <3 Uma mistura de Alasca, John Green; Estrela, Jerry Spinelli; e de qualquer garota, nós!, com um passado meio turbulento. Mas ela é incrível, apesar de insegura, ela mantém a cabeça erguida e mesmo com coisas tristes na vida, ela dá um jeito de continuar e continuar e continuar :)
Como eu disse, a príncipio, você não dá nada ao livro. As primeiras 100 páginas são nada demais, mas então temos o romance, temos Toby que é um personagem extremamente fácil de se apegar, como os outros, e temos a lição de que, desde jovens, há grandes altos e baixos. E o tempo todo!
Melhor Quote do Livro que levarei para sempre comigo <3 "eu sei que eu passei muito tempo existindo, e agora, eu pretendo viver."
Eu preciso dizer que o final também arranca muitas lágrimas. Apesar de fácil, a princípio leve e satisfatório, é aquele tipo de leitura que vai te fazer pensar por algum tempinho. Ezra é um personagem cativante e mais do que interessante.
O livro é lindo, sensível e especial, como puderam notar <3 E por issoooo, merece cinco estrelas sim! E claro, a leitura de todos vocês!
Espero muito que tenham gostado e me contem tudo nos comentários, hehe
Sei que acabei me atrasando neste post mas estou orgulhosa pelo primeiro ser sobre uma das minhas coisas preferidas: livros. Quem me conhece já até sabe, certo? Bem, primeiramente, eu queria dizer que espero muito que todos vocês tenham aproveitado o Ano Novo e, 2016, vêm que vêm!
Hum... Eu não sei por onde começar, pessoal! Eu embarquei em uma semana de maratona literária (li seis desde segunda passada!) e quando cheguei ao dito cujo que será centro deste post, só consegui pensar em postar logo sobre ele e fazer uma resenha digna de tal leitura. Vamos ver?
Último ano do colégio: a formatura da estudiosa Alex se aproxima, assim como a promessa feita com seus dois melhores amigos, Bethany e Zach, de viajarem até o Colorado, local para onde sua mãe estava indo quando morreu em um acidente. O Dia da Viagem se torna cada vez mais próximo, e tudo corre conforme o planejado. Até Cole aparecer. Encantador, divertido, sensível, um astro dos esportes. Alex parece não acreditar que o garoto está ali, querendo se aproximar dela. Quando os dois iniciam um relacionamento, tudo parece caminhar às mil maravilhas, até que ela começa a conhecê-lo de verdade… Em um retrato realista de um relacionamento conturbado, a autora Jennifer Brown – do sucesso A Lista Negra – nos leva até o limite de nossos sentimentos.
Vocês se lembram de quando eu fiz resenha de A Lista Negra? Clique aqui para ver. Lá, naquela altura do campeonato, eu já deveria ter percebido que quando o assunto é Jennifer Brown, não podemos começar a ler antes de uma preparação pesada psicológica.
Amor Amargo, lançando em Agosto, em meio a Bienal do Livro, como mostra a sinopse, nos conta sobre um relacionamento abusivo e não digo apenas fisicamente. Como eu já sabia sobre isso, antes de iniciar tal leitura, eu fui preparada, por assim dizer HAHA. Tipo, eu estava com um pé atrás entendem? Eu sabia que não viveria no conto de fadas por muito tempo e, ainda bem, que sabia!
Alex tem tudo para ser uma personagem-narradadora incrível, juro. Muito diferente da Valerie, de Lista Negra, ela, a princípio, não é cansativa, não é monótoma e ela aprecia a vida lá fora haha. Mas, então, BUM! Ela se torna pior que a Val.
Em A Lista Negra estamos a todo tempo, a todo custo e a todo minuto, torcendo para que as coisas fiquem boas e se acertem para os personagens e aqueles ao redor. Em Amor Amargo, a Jennifer Brown é tão incrível que, nas 100 primeiras páginas, estamos torcendo pelo casal. Fala sério, pessoal, o Cole aparece no segundo capítulo e ele parece ter saído de um filme. Misterioso, intrigante, charmoso, educado e alguém que se importa, ele mexe não apenas com a Alex, que sofre com a família e com os problemas passados, mas conosco também!
E, então, novamente, BUM! As coisas começam a acontecer, um pulso machucado, um puxão de cabelo, agressões verbais e a gente se vê em um pico, sério. O livro não tem uma constante, pelo contrário, ele começa a subir e subir e subir e a gente pensa "Meu deus, vai ter morte aí!".
Com a Valerie, a gente perdoa. Apesar de ela ser parada e confusa, a gente não consegue odiá-la. Mas a Alex, nossa, a gente fica constantemente pensando que não faríamos igual, que se fosse nossa pele na situação seríamos seguras e procuraríamos ajuda. Mas, com Jennifer Brown e com a própria Alex, percebemos que não é assim porque, sem dar spoilers, a Alex pensa como nós. Ela abre o jogo para o leitor e mostra as vantagens e as desvantagens de abrir a boca, de gritar por socorro e por isso que, também, é impossível odiá-la já que, de uma maneira ou de outra, ela é uma versão de qualquer um que estivesse em um relacionamento abusivo.
O livro é curto. Comecei ele hoje de manhã e terminei agora pouco. Nem por isso, ele deixa de ser denso. Pelo contrário, ele é bem pesado, com letra miúdas mas ele prende a atenção! A Jennifer Brown escreve de uma maneira muito certa e realista um assunto, considerado tabu, crítico e perigoso.
Ele é leitura obrigatória, gente! S-É-R-I-O! Leiam primeiro a Lista Negra e depois Amor Amargo. De qualquer forma, eles se conversam. Superação, romances tensos, problemas familiares e insegurança há em excesso, por isso se prepare haha.
E, claro, você vai ficar pensando no Cole, na Alex e em (lê-se lindo, incrível e maravilhoso) Zack por váriossss dias.
Espero que tenham gostado e não se esqueçam de me falar o que acharam caso leiam ou tenham lido!
Nossa!!! Mas não foi ainda ontem que eu sentei exatamente onde estou hoje, respirei fundo com uma dor enorme no coração e repeti a mim mesma que deveria fazer isso? E, olhem só, aqui estamos nós novamente <3
Último... Dia... Do... Ano... Nossa, Ana, quanto drama. É só um rito de passagem, afinal, não é como todos falam? As mesmas estações, as mesmas datas, as mesmas comemorações e apenas um número diferente na data. Uau, parabéns, é apenas isso, não é?
Hum... Convenhamos, acho que não é não.
Dizer adeus não é uma tarefa fácil, certo? Aliás, é ainda mais complicado dizer tchau a algo que nem acabou mas você já sente muita saudades. Mudar de ano, pelo menos para mim, não é simples. Poxa, a gente vai começar a se referir aos fatos bons e ruins como algo que já aconteceu há uma certa quantidade de tempo. A gente vai criar outras metas e recomeçar tudo de novo, com o pé esquerdo ou com o direito.
Eu falei no post do ano passado que nunca acreditei em sorte nos anos pares/ímpares mas, confesso que, recentemente, venho tendo uma preferência para os ímpares. Só que isso é uma coisa muito engraçada! Porque, se querem saber, há um ano eu escrevi esse post tremendo. Tremendo porque 2014 havia sido bom demais e eu tinha medo que 2015 não fosse páreo para ele e não o pudesse superar.
Sabem qual a novidade? 2015 foi o melhor ano de todos. Tá, Ana, pode rir. Vamos todos rir, na verdade! Há um ano eu fiz um combinado aqui no blog, comigo e com todas as forças astrológicas e cósmicas, que deixaria que todos os sabores, azedos, amargos, doces e salgados, aparecessem no futuro ano. E, de verdade, ele foi essa mistura perfeita.
Ensino Médio não é fácil. Dizer tchau a pessoas que você via-se aguentando para sempre dói. Mudanças forçadas machucam e lágrimas, minha nossa, elas estão presentes com a gente um tanto quanto sempre. Mas, aí, do nada, as coisas começam a caminhar para um bom caminho. Começam a correr junto a felicidade, a juventude e a alegria e, uou, dá até um medinho, não dá? É tipo, "posso mesmo ficar feliz agora?" ou, quem sabe, "isso tá mesmo acontecendo?".
E é claro que está acontecendo! Coisas boas e coisas ruins, por mais que isso soe extremamente clichê e na maioria das vezes eu me odeie por fazer tal uso dessas frases, acontecem o tempo inteiro. Independentemente de ser par ou ímpar, frio ou calor, esquerdo ou direito, doce ou amargo: as coisas apenas acontecem e depois que elas passam, duas situações podem vir a ocorrer. A gente sentir MUITA falta ou ficar mal por ter feito errado. Mas, de verdade, os dois lados nos ensinam alguma coisa.
Ah, e as metas? Nossa! Gente, vamos fazer metas e vamos fazer de verdade. Eu sei que é uma coisa complicada estabelecer um parâmetro entre coisas que podemos realizar em meio aquelas que desejamos ter mas, na real, assim que conseguimos é muito bom. Melhor ainda quando pegamos essa listinha agora no final do ano e reparamos que todos os planos, t o d o s, foram concretizados.
Vou contar um segredo. A minha primeira meta para esse futuro ano, o meu primeiro objetivo, vai soar bobo mas é o que eu quero... Bem, é deixar de falar "eu tenho medo". Me peguei durante 2015 falando isso constantemente. Medo do futuro, medo de fracassar, medo de errar, medo de me arrepender, medo de não ser como é, medo de... Que se dane! Chega. Ter medo nos torna alguém fraco e não precisamos ter algo que, incrivelmente, está na nossas mãos: a vida. E é por isso que vou sair gritando para todo mundo fazer a mesma coisa HAHA.
Gostaria de poder ficar rindo o dia inteiro enquanto falo sobre tudo de bom, e de ruim, que aconteceu esse ano. Mas, de verdade, 2016 tá ai para a gente fazer ele valer muito a pena. Vai ter tragédia, vai ter muitos erros e arrependimentos, perrengues HAHA, mas vai ter coisa boa. Sempre vai. E aliás, pelo menos para mim, esse ano vai ser bom já que a minha novidade é que vou fazer intercâmbio! Portanto, 1.6. já é especial sem nem ao menos ter começado.
Eu só quero dizer que ter um ano de vários sabores e que te surpreende a cada dia é bom demais. É claro que terão acontecimentos que jamais serão superados mas quem disse que não terão outros que um dia estarão na mesma situação? Parece confuso mas depende totalmente de nós, fazer valer a pena ou não. Ou melhor, faremos valer a galinha, o galo e o galinheiro inteiro hahaha.
Mudanças são saudáveis e faz parte ter saudades, afinal, a gente tem isso o tempo todo. E a gente também só comemora, o mundo todo, uma série de fogos de artifícios uma vez no ano, independente da religião, do sexo, do país e o que for.
É nesse bum-bum-das-bummm que a gente recebe a chance de fazer as coisas ainda melhores. Portanto, deixem que o cozinheiro lá em cima junte todos os sabores e todas as penas. Aumenta o som (de preferência de Next Year, Two Door Cinema Clube e Good Life, One Republic HAHA) e só veja os fogos.
YAAAAAAAAY! Naaaaaaaataaaaaaal! Como vocês estão, pessoal?
Eu só queria desejar a cada um de vocês, lindinhos, um incrível e maravilhoso Natal! Sei que a essa hora todo mundo já deve estar enchendo a pança de pernil, peru, tender, chester, maionese, doce e, ah, o que for! Mas espero que esteja tudo ótimo, com família e amigos reunidos, todo mundo feliz!
Aproveitem bastante e agora deixo algumas fotitos dessa época tão linda e tão especial <3
Confesso que já estava com saudades de fazer batalhas entre filme e livro. Aliás, acho que só fiz uma, certo? E, comentando sobre isso, ainda não terminei a série Divergente mas prometo que, assim que o fizer, conto a vocês.
Bem, mas hoje, especialmente, eu venho falar sobre o queridíssimo de cinema Garota, Interrompida que foi estralado não menos por Winona Ryder e Angelina Jolie! Quem conhece?
Quando a realidade torna-se brutal demais para uma garota de 18 anos, ela é hospitalizada. O ano é 1967 e a realidade é brutal para muitas pessoas. Mesmo assim poucas são consideradas loucas e trancadas por se recusarem a seguir padrões e encarar a realidade. Susanna Kaysen era uma delas. Sua lucidez e percepção do mundo à sua volta era algo que seus pais, amigos e professores não entendiam. E sua vida transformou-se ao colocar os pés pela primeira vez no hospital psiquiátrico McLean, onde, nos dois anos seguintes, Susanna precisou encontrar um novo foco, uma nova interpretação de mundo, um contato com ela mesma. Corpo e mente, em processo de busca, trancada com outras garotas de sua idade. Garotas marcadas pela sociedade, excluídas, consideradas insanas, doentes e descartadas logo no início da vida adulta. Polly, Georgina, Daisy e Lisa. Estão todas ali. O que é a sanidade? Garotas interrompidas. Um relato pessoal, intenso e brutal que nos faz refletir sobre nosso papel na sociedade, Garota, interrompida é uma leitura obrigatória, que inspirou o filme homônimo sucesso de bilheteria que concedeu a Angelina Jolie seu papel mais importante e o Oscar de melhor atriz coadjuvante.
"Não saber o que quer ser não é uma opção"; E por onde mesmo eu começo depois disso? HAHA. Eu já conhecia o filme, sem novidade. Como a própria descrição diz, a Angelina Jolie ganhou Oscar por tal papel e, portanto, ele é mais do que renomado.
Por outro lado, eu me surpreendi ao ver lá em Agosto, na Bienal, a capa do livro. Para ser sincera, eu pouco sabia que o filme havia sido inspirado na obra. Além de que, melhor, o relato é baseado em fatos reais! Como podem ver, o nome da autora é seguido do mesmo da personagem principal.
Primeiramente, o livro não é linear. Ou seja, ele não segue uma linha de pensamentos ou fatos cronologicamente narrados, muito pelo contrário, ele parece uma espécie de diário em que Susanna só foi escrevendo tudo que havia acontecido com ela nos dois anos internada. Enquanto isso, o filme parece faze um interpolo de passado e futuro que fica claro e é compreensível.
Eu li críticas sobre o livro falando que ele é cansativo e não prende o leitor. Mas, na verdade, na minha opinião, por não ser linear e por Susanna estar falando exatamente o que sente e o que pensa, além de contar suas histórias no hospital, ele torna-se real. Ele é fiel aos anos 60 e, mais que isso, conta a realidade de um internato. Diferente do filme, que parece deixar claro que estar louca e estar internada é o fim da vida e um caminho sem volta, o livro mostra que não é bem assim. Que não é mesmo assim.
O filme tem um começo, um meio e um fim. Ou seja, ele tem uma trama principal e os diretores até fizeram uma brincadeira de romance entre as personagens. Mas o livro os capítulos não geram nada, digamos assim. Os capítulos são acontecimentos que acabam ali mesmo, são histórias passadas e as personagens são mais desenvolvidas. E, muito melhor que no filme, como eu disse, a Susanna mostra que estar louca não é está acabando com a própria vida, ela mostra que, na verdade, internar-se, no final, foi e é uma maneira de melhor a vida <3
De uma maneira bem intensa, real e quase técnica já que há muitos termos sobre psicológico, o livro é um lembrete para todos os doentes ou qualquer um por ai que, hora ou outra, dá para recuperar o tempo perdido e dá para sair do fundo do poço de cabeça erguida. E o filme é bonito, é engraçado e estampa de maneira cinematográfica e menos emotiva a vida dessas pessoas mas, nem por isso, deixa de ser bom, pelo contrário.
Eu, indecisa como sempre, recomendo os dois! Leia o livro (4 estrelinhass) primeiro e depois assista o filme (5 estrelinhass) porque acho que fará mais sentido e é mais provável de você agradar-se com a história no geral haha.
Não esqueçam de me contar o que acharam e se gostam desse tipo de postagem! Eu espero muito muito muito que sim para as duas perguntas haha.
Que saudades de postar! Preciso me desculpar, é claro, pela enorme ausência mas se vocês soubessem tamanha correria, falta de tempo e o bloqueio que eu tive, aposto que entenderiam. E aliás, eu espero muito que tenham compreendido esse pequeno sumiço meu por aqui.
De qualquer forma, não só estou de volta na vida de blogueira mas, sem dúvidas, em todos quesitos que abandonei durante as provas. E livros, sem dúvidas, tiveram de ficar de lado. Bem, mas eles também voltaram! Já estou diminuindo minha gigantesca pilha literária e eu não poderia deixar de vir contar para vocês qual veio a ser o meu escolhido para a primeira volta!
Quem já leu a Playlist de Hayden?
Eu estou enrolando desde Agosto (lenta? Imagina!) para começar a ler este livro, que na verdade eu nem tenho mas sim peguei emprestado. Acho que, em parte, eu não estava contando que iria gostar ou, na verdade, que não seria o tipo de livro que deixa a gente sem dormir, entendem? Há, tava bem enganada!
Depois da morte de seu amigo, Sam parece um fantasma vagando pelos corredores da escola, o que não é muito diferente de antes. Ele sabe que tem que aceitar o que Hayden fez, mas se culpa pelo que aconteceu e não consegue mudar o que sente. Enquanto ouve música por música da lista deixada por Hayden, Sam tenta descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E, quanto mais ele ouve e reflete sobre o passado, mais segredos descobre sobre seu amigo e sobre a vida que ele levava. A PLAYLIST DE HAYDEN é uma história inquietante sobre perda, raiva, superação e bullying. Acima de tudo, sobre encontrar esperança quando essa parte parece ser a mais difícil.
Começa bem morto, não vou mentir. O prólogo é interessante mas os primeiros capítulos são mais do que parados e parece que Sam, o personagem narrador e principal, só sabe falar sobre videogame. Porém, diferente de muitos outros livros, incrivelmente, ele não é um personagem-narrador chato, que a gente odeia ou cansativo. Pelo contrário, na minha opinião, ele é demais!
Sam é tímido e tinha apenas um amigo, Hayden, que do dia para a noite, decide tomar remédios de tacha preta com bebida alcoólica. O livro já começa assim, com tal fato, e desde o início podemos perceber uma enormeeee presença de bullying. Mas, na verdade, A Playlist de Hayden nos dá uma mensagem tão grande sobre nós mesmos, sobre pressão familiar e como reagimos a tais situações.
Ah, é incrível!
E sabem o mais legal? Cada capítulo tem uma música tema <3
Eu já li alguns livros em que o tema principal é morte ou suicídio mas confesso que o autor tem que ser bom demais para conseguir fazer uma história boa em cima disso, principalmente em um mundo adolescente. Mas ò, de verdade, Michelle Falkoff conseguiu tal efeito! No início, parece um livro chato e com um pouco de mistério, mas depois que ele engata em um romance você percebe que há muito mais por trás de um simples "teenager drama".
Parte do confessionário: eu achava que era um romance gay haha (muito tapada para não ver o menino e a menina na capa, mas thats okay). E assim que notei que não era, não me decepcionei! Na verdade, eu achei brilhante. E se você, você irá entender porque ai está outra sacada de Falkoff: para que devemos nos prender em rótulos e em quem combina com quem? Certíssima!
Tem muita música, muita internet, muito assunto de autoaceitação, sexualidade, timidez e, principalmente, sobre vida HAHA. Sério mesmo, pessoal, o Sam da uma mensagem tão incrível no final! Na verdade, se você não gostar do livro, garanto que o último capítulo vai recompensar ele inteiro!
Como devem ter percebido, eu indico o livro para todo mundo! Não perde tempo não haha e a boa notícia é que dá para ler ele bem rapidinho (devorei em três dias). E as músicas são incríveis também, cada uma caindo da maneira certa com o momento e o capítulo <3
Espero que tenham gostado e não se esqueçam de me contar o que estão lendo ou, se já tiverem lido, o que acharam! Adorarei saber, sem dúvidas.
Como está a semana de vocês? Uma pena que o feriado passou tão rápido, não? Já estou contando os dias para as férias, sou a única?
Mas, convenhamos, se novembro vem trazendo coisa boa, sem dúvida, é a respeito do cinema. Aliás, vocês andam de olho nas estreias desse mês? Porque, sério, muita novidade incrível vem por aí! E essa semana não começou mal, vamos conferir?
A Acusada:
Este thriller psicológico é baseado em um dos processos judiciais mais controversos da Holanda. Lucia, uma enfermeira, é sentenciada à prisão perpétua por ter matado pelo menos sete bebês e idosos. No entanto, depois do processo, começam a surgir dúvidas sobre a culpa da mulher no caso.
Ruth e Alex:
Em Nova York, Ruth (Diane Keaton) e Alex (Morgan Freeman), juntos há décadas, decidem vender o apartamento onde sempre viveram no Brooklyn e ir para um outro lugar. Eles apenas não imaginam a quantidade de problemas que vão encontrar nas negociações para se desfazer do imóvel que compraram na década de 1970.
007 Contra Spectre:
James Bond (Daniel Craig) vai à Cidade do México com a tarefa de eliminar Marco Sciarra (Alessandro Cremona), sem que seu chefe, M (Ralph Fiennes), tenha conhecimento. Isto faz com que Bond seja suspenso temporariamente de suas atividades e que Q (Ben Whishaw) instale em seu sangue um localizador, que permite que o governo britânico saiba sempre em que parte do planeta ele está. Apesar disto, Bond conta com a ajuda de seus colegas na organização para que possa prosseguir em sua investigação pessoal sobre a misteriosa organização chamada Spectre.
Olmo e a Gaivota:
Olívia (Olivia Corsini) é uma atriz que está ensaiando a peça "A Gaivota", de Anton Tchekov, quando descobre que está grávida. Enquanto a produção avança, o bebê dentro dela cresce e um acidente a afasta da montagem, que tem seu companheiro como protagonista. De repouso em casa por semanas, ela lida com as bruscas mudanças em sua rotina, seu corpo e sua vida em geral.
A Floresta que se Move:
Elias (Gabriel Braga Nunes) é um bem sucedido empresário do segundo maior banco do Brasil. Seu destino muda no momento em que ele encontra uma misteriosa flautista que se diz vidente. Ela afirma que, naquele dia, ele se tornará vice-presidente e que, no dia seguinte, o homem seria presidente do banco. Quando ele conta a história para sua esposa, a ambiciosa Clara (Ana Paula Arósio), ela sugere que o casal convide o presidente do banco para jantar em casa naquela noite, para que o marido suba de posição na empresa. Só que o plano arquitetado por Clara culminará em uma série de assassinatos, em uma busca desenfreada por poder.
Depois de Tudo:
Ney (Romulo Estrela) e Marcos (César Cardadeiro) são melhores amigos que compartilham trabalho, sonhos e desejos, inclusive uma paixão pela linda Bebel (Maria Casadevall). Após um acidente, os dois se separam e tomam rumos diferentes na vida. Porém, com a notícia do coma de Bebel, Ney (Marcelo Serrado) e Marcos (Otávio Müller), agora mais velhos, se reencontram e os laços entre eles podem ser resgatados após anos de separação.
Picasso e o Roubo da Monalisa:
Paris, 1911. O famoso quadro Mona Lisa, pintado por Leonardo Da Vinci, simplesmente desaparece do museu do Louvre. Na investigação do caso são detidos o pintor Pablo Picasso (Ignaceo Mateos) e o escritor Guillaume Apollinaire (Pierre Bénézit). Picasso conta que, quatro anos antes, Apollinaire havia lhe apresentado um jovem atlético, apelidado de Barão, que tinha tanta fascinação por estátuas espanholas que acabou roubando-as do Louvre e vendendo por um preço ridículo. Esta situação serviu de inspiração para o pintor ao fazer o quadro "As Senhoras de Avignon". Devido a este caso, a imprensa começa a dizer que existe uma quadrilha dedicada a roubar os museus da França e que Picasso e Apolinnaire estariam envolvidos no crime.
Cidade de Deus - 10 anos depois:
Como o próprio título já diz, resgata os dez anos passados desde o lançamento de Cidade de Deus (2002), longa de Fernando Meirelles e Kátia Lund que recebeu quatro indicações ao Oscar. Procura mostrar as transformações vividas pelos atores do longa na última década. Deram entrevistas atores como Seu Jorge, Alice Braga, Leandro Firmino da Hora, Darlan Cunha, Roberta Rodrigues, dentre outros.
Dois Homens Contra uma Cidade:
Uma pequena cidade de Novo México, cercada pelo deserto, apresenta uma onda crescente de mortes, seja por assassinato, seja pela sede. O presidiário William Garnet (Forest Whitaker) acaba de ser libertado. Graças à sua fé muçulmana, ele tem um comportamento exemplar e com a ajuda do agente da penitenciária, inicia uma nova vida na cidade. Mas devido a desentendimentos do passado, um xerife e seu comparsa estão conspirando contra o ex-detento. Garnett encontra apoio no oficial da penitenciária, na sua fé e num novo amor.
Eu a-m-e-i o do Picasso e, claro, 007! E vocês? Quais pretendem ver no fim de semana? Eu adoraria saber, então não se esqueçam de me contar nos comentários!
Quem mais aqui adora um Halloween? Seria irônico eu dizer que, na verdade, nunca participei de um mas na amo tal data? É uma pena que aqui no Brasil a gente não tem muito o costume de comemorar o dia das Bruxas, como lá fora. Mas eu acho realmente bem incrível, por mais que soe clichê, que por pelo menos um dia, poderíamos sair na rua, fantasiados de qualquer coisa exceto nós mesmos, a procura de diversão e doce!
De qualquer jeito, tomei a decisão de fazer uma seleção de oito filmes que valem a pena serem conferidos nessa data esquecida mas ainda assim divertida. O que vocês acham? Espero que gostem! E para aqueles que não curtem terror, podem ficar tranquilos, os que selecionei são bem de boa :)
Abracadabra:
Winnie (Bette Midler), Sarah (Sarah Jessica Parker) e Mary (Kathy Najimy) são três bruxas do século XVII, que chegam ao século XX após seus espíritos serem evocados no Dia das Bruxas. Banidas há 300 anos devido à prática de feitiçaria, elas estão dispostas a tudo para garantir sua juventude e imortalidade. Porém precisarão enfrentar três crianças e um gato falante, que podem atrapalhar seus planos.
Como não ver esse filme e não lembrar de Halloween? Quem aqui também participava daquelas sessões da Disney no mês de Outubro e assistia Abracadabra? Euzinha aqui tava todas as noites ligada quando o longa aparecia haha.
Van Helsing - O caçador de Monstros:
O Dr. Van Helsing (Hugh Jackman) é um dos principais especialistas em monstros de sua época, no século XIX. Contratado pela Igreja Católica, ele parte para o leste europeu com a missão de eliminar o mais perigoso dos vampiros: o conde Drácula (Richard Roxburgh). Ao seu lado ele terá a ajuda de Anna Valerious (Kate Beckinsale), tendo ainda que enfrentar monstros como o lobisomem (Will Kemp) e Frankenstein (Shuler Hensley)
Sou mais do que suspeita para falar dessa belezinha ai porque, por um longo período, este foi meu filme predileto. Ele tem alguns momentos de sustos e algumas cenas meio assustadoras, mas ò, para quem curte vampiros, dráculas e Hugh Jackman, já pode preparar a pipoca!
Scooby-Doo:
Após a Mistério S/A - formada por Fred (Freddie Prinze Jr.), Daphne (Sarah Michelle Gellar), Velma (Linda Cardellini), Salsicha (Matthew Lillard) e Scooby-Doo - resolver um caso em uma fábrica de brinquedos o grupo se desfaz, pois alguns dos membros não suportavam ver Fred creditando sempre para si os feitos mais difíceis. Eles ficam sem se ver por dois anos, até Emile Mondavarious (Rowan Atkinson), o dono de um parque temático chamado "A Ilha do Espanto", contratar cada um deles para resolver um mistério envolvendo o parque. Porém nenhum deles sabia que cada um dos ex-parceiros também fora contratado, com o grupo se encontrando na hora do embarque e concordando em trabalhar juntos mais uma vez. Ao chegarem à Ilha do Espanto eles são recebidos por Mondavarious, que lhes diz acreditar que alguém jogou uma praga na ilha, pois os jovens chegam normais mas ao saírem são pessoas bem diferentes, muito mais sérios e agressivos. Daphne, Velma e Fred iniciam uma disputa particular para ver quem resolve o caso primeiro, sem imaginarem quem está por trás dos acontecimentos da Ilha do Espanto.
Podem rir, podem rir, porque eu também acho engraçado HAHA. E é exatamente por isso que este filme entra nessa listinha. Se você não quer morrer de medo, nem ver coisas extremamente sobrenaturais, assiste Scooby-Doo porque é mais do que engraçado e é "besteirol".
A Casa Monstro:
DJ Walters (Mitchel Musso) é um garoto de 12 anos que acredita que há algo de estranho na casa do velho Nebbercracker (Steve Buscemi), localizada do outro lado da rua. Tudo que passa perto da casa simplesmente desaparece, incluindo triciclos, brinquedos e animais de estimação. Na véspera do Dia das Bruxas, DJ e seu amigo Chowder (Sam Lester) deixam que a bola de basquete com a qual estão jogando caia no terreno de Nebbercracker, sumindo misteriosamente. Logo em seguida a casa tenta devorar Jenny (Spencer Locke), uma amiga de ambos, que é salva do ataque. Eles tentam avisar a todos do perigo que é a casa, mas ninguém acredita neles. O trio recorre a Skull (Jon Heder), um preparador de pizza preguiçoso que ganhou fama por no passado ter jogado videogame por 4 dias seguidos. Skull acredita que a casa tenha adquirido alma humana e que o único meio de eliminar o perigo que ela representa seja acertando-a direto em seu coração. É quando os amigos elaboram um plano que permita que entrem na própria casa.
Impossível não se pensar em Halloween também! Quem se lembra, pessoal? Aquela que viu o lançamento, he. Confesso que me divirto com esse filme até hoje e ainda me surpreendo com a história que ele traz. Vale a pena ver de novo, não? (até parece comercial da Globo HAHA).
A Ilha do Medo:
1954. Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio) investiga o desaparecimento de um paciente no Shutter Island Ashecliffe Hospital, em Boston. No local, ele descobre que os médicos realizam experiências radicais com os pacientes, envolvendo métodos ilegais e anti-éticos. Teddy tenta buscar mais informações, mas enfrenta a resistência dos médicos em lhe fornecer os arquivos que possam permitir que o caso seja aberto. Quando um furacão deixa a ilha sem comunicação, diversos prisioneiros conseguem escapar e tornam a situação ainda mais perigosa.
Esse filme é de ordem obrigatória! Não sei como ainda não havia entrado nas minhas listas cinematográficas aqui no blog, mas ele é simplesmente sensacional! É o tipo de metragem que te surpreende no último segundo e vale a pena rever milhares e milhares de vezes! E fala sério, ainda tem Leo DiCaprio e Mark Ruffalo <3
A Garota Infernal:
Devil's Kettle é uma pequena cidade dos Estados Unidos, onde vivem Jennifer (Megan Fox) e Needy (Amanda Seyfried). As duas são amigas desde a infância e estão sempre juntas. Um dia, Jennifer chama Needy para ir a um bar local, onde tocará uma nova banda de rock. Só que, durante o show, um grande incêndio faz com que vários dos presentes morram. As amigas conseguem escapar, assim como os músicos. Ainda em estado de choque, Jennifer recebe o convite do vocalista para que conheça a van da banda. Apesar dos avisos de Needy, ela aceita o convite. Já em casa, Needy está ao telefone com Chip (Johnny Simmons), seu namorado, quando ouve um barulho estranho. Logo ela percebe que Jennifer está em sua casa, toda ensanguentada e vomitando um líquido estranho. A partir de então ela passa a agir de forma estranha, por vezes arrogante e desprezando os mortos no incêndio. Consciente de que é objeto de desejo dos garotos da escola, ela passa a atraí-los para depois devorá-los, literalmente.
Querem saber um fato sobre nós? Bem, esse é o nosso filme, literalmente. Portanto, novamente suspeita hehe. Sério, já vi com Nat umas quatro vezes e é impossível de cansar. Aposto que vocês já viram gifs da incrível Megan Fox atuando no longa. Não percam tempo! E detalhe: a trilha sonora é demais.
Seven: Os sete crimes capitais:
Dois policiais, om jovem e impetuoso David Mills (Brad Pitt) e o outro maduro e prestes a se aposentar, William Somerset (Morgan Freeman), são encarregados de uma periogosa investigação: encontrar um serial killer que mata as pessoas seguindo a ordem dos sete pecados capitais.
Mais um filme clássico que deveria ser de ordem obrigatória! Conhecem aquela cinematografia que faz você, simplesmente, querer beijar todos os diretores e, sei lá, dar um prêmio para os americanos por serem tão bons nisso? Não tô brincando! Quem já viu o filme sabe que os últimos minutos são mais que intensos e inteligentes e nossa! Boa sorte para digerir a história e o final depois </3
Edward, Mãos de Tesoura:
Peg Boggs (Dianne Wiest) é uma vendedora da Avon que acidentalmente descobre Edward (Johnny Depp), jovem que mora sozinho em um castelo no topo de uma montanha, criado por um inventor (Vincent Price) que morreu antes de dar mãos ao estranho ser, que possui apenas enormes lâminas no lugar delas. Isto o impede de poder se aproximar dos humanos, a não ser para criar revolucionários cortes de cabelos, mas ele dá vazão à sua solidão interior ao podar a vegetação em forma de figuras ou esculpir lindas imagens no gelo. No entanto, Edward é vítima da sua inocência e, se é amado por uns, é perseguido e usado por outros.
E claro que não poderia faltar um romance de muitas lágrimas mas com aquele toque sinistro de Tim Burton e Johnny Deppe, certo? E por isso sem muitas demandas e enrolação, recomendo essa obra de arte ai em cima!
E aí? O que acharam? Dá para se assustar ou só melação mesmo? HAHAHA! Quem mais ama Halloween e filmes do gênero? Não se esqueçam de me contar o que quiserem nos comentários! Espero que tenham gostado e um Feliz Dia das Bruxas à todos!
Fazia já um tempinho que eu não vinha falar sobre música, não? O último foi sobre a Adele mas nada muito profundo. Diferente disso, hoje eu venho falar sobre alguém especial que vem me acompanhando já há algumas semanas e que tem uma voz e um talento que... Nossa!
Quem curte a Sia aqui?
Sia Kate Isobelle Furler, que nasceu em dezembro de 1975, é uma cantora, compositora, atriz e diretora australiana! Ela já possui, incrivelmente, seis álbuns solos além de várias participações especiais com DJs e outras bandas.
Assumiu-se bissexual há algum tempo, casou-se em 2014 com um documentarista e hoje é conhecida pelos videos clipes chamativos e, claro, pelo maravilhoso tom de voz.
Aposto que quase todo mundo já ouviu nas rádios Titannium ou She Wolf e, quem sabe, Chandelier, certo? Mas se não, preparei uma pequena playlist para vocês tomarem conhecimento desse talento incrível!
Fire Meet Gasoline:
She Wolf:
Breathe Me:
Big Girls Cry:
Free The Animal:
E há também essa playlist lá no Spotify que eu ando ouvindo muito e que vocês sem dúvidas devem conferir!
Não se esqueçam de me dizerem o que acharam! Mais alguém aqui gosta? Qual sua favorita? Me cotem nos comentários que adorarei saber!
Espero muito que tenham gostado!
Super beijo,
Ana :)
Séries <3 Quem não ama, né? E uma das coisas mais legais sobre elas, entre muitas, são os casais, ás vezes adoráveis, ás vezes insuportáveis. No post de hoje, eu vou falar só sobre os adoráveis mesmo, hahaha, afinal, quem liga para os outros?
(A lista não está em ordem!)
Chuck e Blair (Chair), de Gossip Girl
Ai, gente... Esses dois. Quem já assistiu Gossip Girl vai concordar, é meio que impossível não gostar dos dois juntos e torcer muito pela felicidade deles. Chuck e Blair formam um dos melhores casais de séries de todos os tempos, com certeza.
Naomi e Emily (Naomily), de Skins
A Ana já postou aqui no blog sobre essa série maravilhosa que é Skins e como ela disse, o seriado é dividido em gerações - a cada duas temporadas os personagens mudam -, e na segunda geração, conhecemos essas duas meninas lindas: Naomi (loira) e Emily (ruiva).
É muito bonito ver as duas se descobrindo quanto a sexualidade e entrando nesse relacionamente super fofo e um tanto conturbado. Super "shippo"!
Bellamy e Clarke (Bellarke), de The 100
Outro seriado sobre o qual a Ana já comentou aqui no blog! Será que temos gostos parecidos? Hahaha
Bellamy e Clarke, AMO! Os dois são tipo "os chefes" do grupo, dos 100, e mesmo no começo tendo umas desavenças e sendo muito opostos quanto as decisões a serem tomadas, eles acabam desenvolvendo uma amizade bem fofa, que, vamos torcer... se tornará mais que isso!
Stiles e Lydia (Stydia), de Teen Wolf
Peço desculpas àqueles que preferem o Stiles com a Malia, mas pra mim, não resta dúvidas: Stydia é o OTP <3 Sério, acho que os dois são o meu casal de seriados favorito! Quem acompanha a série desde a primeira temporada torce pelos dois acabarem juntos e eu com certeza faço parte desse time! #stydia4life
Klaus e Caroline (Klaroline), de The Vampire Diaries e The Originals
Quem acompanha as séries vampirescas mais queridas do momento, com certeza adora a vampira Caroline e o metade lobisomem/metade vampiro, Klaus. Eu torço muito pelos dois, mesmo achando difícil dar certo :( Mas formam um belo casal, isso é fato.
Essa foi a lista! :) Espero que tenham gostado e não deixem de me falar quais os seus casais de séries favoritos! Eu adoraria saber, hehe.
Já ouviram as novidades e viram quem está de volta? ADELE! Depois de, não tenho certeza mas, três anos? A inglesa que ganho vários Grammys com total justiça e um talento incrível andou liberando uma prévia de uma nova música e já confirmou álbum, demais não?
De acordo com a cantora, o "25", seu terceiro álbum, já está mais do que em andamento e ela, inclusive, contou que tará parcerias especiais. Apenas, como não ficar animado?!
Quem mais sentiu saudades dessa voz simplesmente sensacional? Houve especulações de que o lançamento do CD seria no dia 20 de novembro, porém, o pessoal da gravadora da britânica não confirmou :/
Para finalizar o post, fiz uma pequena seleção das minhas músicas prediletas dela. Vamos ver?
Turning Tables:
Rumor Has It:
Rolling in the Deep:
First Love:
Chasing Pavements:
Espero muito que tenham gostado! Quem mais está contando os dias para mais noticias sobre o andamento do novo álbum? E quais as músicas que vocês mais gostam dela? Não se esqueçam de me contar aqui nos comentários <3
Andei relendo os posts aqui do blog a procura de alguma ideia e andei amando todos os que a Nath postou de fotos para inspiração e logo tive uma ideia: animais! Quem não ama, certo? E nos dias de hoje é quase impossível encontrar alguém que nunca teve ou não tem um bichinho de estimação em casa. Então, aqui vai algumas ideias para você juntar seu celular ou sua câmera e ele :)
Não sei o que é mais bonito: o cachorro, a foto, ou tudo junto <3
Tartarugas são a coisa mas fofinha do mundo, não?
Animais são muito amor! Todas as fotos retiradas do site WeHeartIt. E se vocês gostaram das fotos, me contem aqui nos comentários. E se tiraram alguma ou tem outra bem legal, me mandem por aqui ou lá no nosso twitter (@wlustgirls). Espero muito que tenham gostado!
Viagens! A melhor coisa do mundo, haha. Pelo nome do blog (Wanderlust = desejo de viajar), vocês já sabem como amamos esse tópico, e hoje é sobre isso mesmo que eu vim postar.
Depois de muuuita enrolação, finalmente, meu primeiro post sobre a viagem das férias de Julho.
Espero que gostem!
Foto tirada por mim :)
Como vocês já devem saber, eu fui para San Francisco, na Califórnia! E escolhemos o destino da nossa viagem perfeitamente bem, eu diria. Quer saber o motivo?
Eu sempre sonhei em conhecer o estado mais ensolarado dos Estados Unidos, então, nem preciso dizer que estava mega animada para essa viagem, né? E claro, ela superou todas as minhas expectativas!
San Francisco é uma das cidades mais legais que eu já visitei pelos seguintes motivos:
O clima:Não tão quente quanto Los Angeles, não tão frio como dizem. Para mim, o clima perfeito!
Faz bastante sol, pelo menos agora no verão, e eu fiquei bem vermelha, hahaha. Então, não se esqueça do protetor solar!
E se vai ficar na rua até mais tarde, não se esqueça também de levar consigo uma blusa mais quentinha, pois a temperatura cai bastante.
Passeios: Não poderia deixar de citar a incrível, gigantesca e icônica Golden Gate, aquela ponte vermelha que já foi cenário de diversos filmes!
Outro passeio que eu acho super válido, é fazer a travessia da ponte. Ok, basicamente todo mundo que vai à SF atravessa a ponte, mas nem sempre vai até a cidade vizinha: Sausalito, sobre a qual falarei mais em um próximo post, mas devo adiantar que é uma gracinha e que todo mundo deveria visitar. :)
Foto tirada por mim :)
Outro passeio obrigatório é o famoso Fisherman's Wharf. Lá você pode fazer tudo: compras, passeios super legais, comer.
Nós fomos lá duas vezes, assim como no Pier 39, outro passeio imperdível, e iríamos novamente se tivéssemos tido mais tempo.
No Pier 39 você pode ter a oportunidade de ver alguns leões marinhos "tomando um sol" no fim do pier, mas infelizmente, nem eu, nem a Ana conseguimos vê-los :/
Eu e meu irmão tivemos a sorte de, pelo menos, ver um deles na água, que rapidamente mergulhou.
Fotos tiradas por mim :)
Já que ficamos no Fisherman's Wharf até o fim do dia, lá para umas 20:30h, que é quando o sol se põe durante o verão americano, aproveitamos para ver o pôr-do-sol em um parque muito lindinho em frente a famosa Ghirardelli Square, uma antiga e tradicional fábrica de chocolate original de San Francisco. O parque se chama San Francisco Maritime National Historic Park e mesmo não sendo um ponto turístico comum eu acho que vale super a pena conhecer. E tem uma prainha super fofa logo em frente (Hyde Street Beach), onde haviam algumas pessoas corajosas - a água devia estar muito gelada - nadando, haha!
Ah, nesse mesmo lugar também tem um ponto inicial de uma das linhas dos clássicos Cable Cars, os bondinhos. Você não pode deixar de andar em um desses!
(Golden Gate ao fundo)
Fotos tiradas por mim :)
E por último, outro ponto turístico famoso é a Lombard Street, uma das vias de trânsito mais famosas da cidade, ganhou destaque internacional devido à ladeira íngreme em forma de zigue-zague.
Foto retirada da internet
É um passeio super legal e é muito estranho pensar que há pessoas que moram nessa rua, hahaha. Ah, ela é super florida e bonitinha, outro aspecto que te faz pensar que a rua não é real!
Fotos tiradas por mim :)
Onde comer: Já que conheci alguns restaurantes/lanchonetes bem legais durante a viagem, vim compartilhar essas descobertas com vocês, hahaha.
Um lugar bem legal, onde comemos no nosso primeiro dia na cidade, foi a Super Duper, uma lanchonete super bem organizada e com preço bom, ficava bem próxima ao nosso hotel.
Cheesecake Factory da Union Square: Pratos fartos por um bom preço. Fica dentro da Macy's, no andar mais alto, com vista para a Union Square, outro ponto turístico (e ótimo para fazer compras).
Muito amor por essa Ceasar Salad! Haha. Ah, e esse Cheesecake gigantesco (é muito grande mesmo!) e super gordinho eu recomendo que você divida com mais alguém, por ser bem grande mesmo. A salada também vem bastante.
A vista do restaurante:
Outro restaurante, que também pode ser considerado praticamente um símbolo californiano, é o In 'N Out Burger , você provavelmente já viu alguma foto desses lanches maravilhosos ou do símbolo da marca pela internet, principalmente no Tumblr. Eu via tantas fotos que experimentar um desses hambúrgueres se tornou um objetivo durante essa viagem, haha, afinal você só os encontra na Califórnia.
Melhor lanche da vida, sério. #sdds
Mais uma dica, para finalizar o post, é de bebida, agora que você já sabe onde comer, hehe.
Viajar pros Estados Unidos, para mim, é sinônimo de pedir por essa delícia: Pink Lemonade.
É basicamente limonada com pedaços de morango no copo, e cara, isso é muito bom.
É isso gente, desculpem pelo post enorme, hehe.
Espero muito que vocês tenham gostado e não deixem de comentar opiniões e sugestões para os próximos Wanderlusting :)