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domingo, 7 de agosto de 2016

Tudo sobre a Bienal do Livro 2016!

Oie gente, tudo bem com vocês? Já voltaram às aulas? Nós já :(

Se você é um devoto e verdadeiro bookworm ou, no bom português, um viciado em livros, com certeza já ficou sabendo que a 24ª edição da Bienal do Livro de São Paulo acontecerá esse mês, entre os dias 26 e 4 de setembro. Certo?

Então, no post de hoje eu decidi fazer um apanhado das melhores atrações do evento, nesse ano! Claro, isso é só a minha opinião. Para conferir a programação completa, clique > aqui <.


Ava Dellaria, de Cartas de Amor aos Mortos

Ava é uma escritora de Los Angeles e tem como sua única obra o best-seller "Cartas de Amor aos Mortos" ou, originalmente, "Love Letters to the Dead".

Ela estará na Bienal no primeiro final de semana do evento, dia 28, um domingo, autografando livros!

Youtubers

Depois de tantos livros de Youtubers serem lançados, é mais que natural que vários desses autores estarão presentes no evento, provavelmente autografando milhares de cópias. 

Entre os youtubers presentes, estarão: 

Taciele Alcolea, no dia 27 (sábado), em dois horários.

Bruno Bock e Rolandinho, do Pipocando, no dia 28 (domingo), às 15h.

RezendeEvil, no dia 29 (segunda-feira), em dois horários.

Isabela Freitas, no dia 30 (terça-feira), às 11h.

Maju Trindade, no dia 31 (quarta-feira), às 16h.

Kéfera Buchmann, no dia 1 (quinta-feira), às 17h.

Lucas Rangel, no dia 2 (sexta-feira), às 11h.

Christian Figueiredo, no dia 2 (sexta-feira), às 19h. 

Palestra com Carina Rissi e Pam Gonçalves

Eu conheci a Pam na última Bienal do Livro de SP, em 2014, e ela é simplesmente uma fofa! Adoraria vê-la de novo, mas não sei se será possível. De qualquer forma, se você quiser vê-la no evento, ela estará palestrando com a autora paulista, Carina Rissi, no dia 31 (quarta-feira).

Carina é autora da série de livros "Perdida", sobre a qual a Pam fez um vídeo lááá em 2012 - muito antes de ela ter seu próprio livro publicado.

O tema da palestra será A Paixão por ler romances: Jane Austen como inspiração para autoras contemporâneas e acontecerá entre às 19 e 20h, na Arena Cultural BNDES.

Salão de Ideias

Um dos espaços do evento é chamado de "Salão de Ideias" e por lá acontecerão diversas palestras e bate-papos. Os mais legais, na minha opinião, serão estes:

Mudança de hábito: intimidade e exposição nas redes sociais, por Clara Pugnaloni,  dia 26, às 14h.

Campeões de audiência: formação de opinião e influência dos youtubers, por Alexandre Matias, dia 26, às 17h. 

Super-heróis no mundo real, por Vitor Caffagi e Toniho Mendes, dia 28, às 17h.

A presença de feminino na literatura, por Margareth Rago e Adriana Carranca, dia 29, às 20h.

COMPRAAAS

Por último, mas não menos importante, as compras! A Bienal do Livro é provavelmente o lugar onde você encontrará os melhores preços em livros e a maior variedade deles. Todos os anos, diversas editoras montam seus stands e oferecem descontos incríveis! Vale a pena separar uma grana e anotar os livros que deseja e comprá-los todos por lá.

Uma novidade desse ano é que os corredores (sempre lotados) estarão mais largos, algo que com certeza facilitará muito na hora das compras! Nós agradecemos. 

É isso gente, espero muuuito que tenham gostado e que tenha sido de alguma ajuda para vocês.

Beijos e nos vemos na Bienal! :)

sábado, 30 de janeiro de 2016

#EuLi: Eu estive Aqui, Gayle Forman

Oi, pessoal! Como vocês vão? Tudo certinho? 

Mais uma resenha, YAY! Eu sei que já deve ter percebido que eu adoro, mais ainda livros, mas eu não me canso de fazer esses tipos de posts, sério, são os meus favoritos (#culpada). Mas, de qualquer forma, hoje eu venho falar de um especial que até apareceu em uma das minhas whislist de lançamentos do mês! O livro causou um pequeno buchicho também HAHA. 

Quem ai ouviu falar de Eu Estive Aqui

Quando sua melhor amiga, Meg, toma um frasco de veneno sozinha num quarto de motel, Cody fica chocada e arrasada. Ela e Meg compartilhavam tudo... 
Como podia não ter previsto aquilo, como não percebera nenhum sinal? 
A pedido dos pais de Meg, Cody viaja a Tacoma, onde a amiga fazia faculdade, para reunir seus pertences. Lá, acaba descobrindo muitas coisas que Meg não havia lhe contado. Conhece seus colegas de quarto, o tipo de pessoa com quem Cody nunca teria esbarrado em sua cidadezinha no fim do mundo. E conhece Ben McCallister, o guitarrista zombeteiro que se envolveu com Meg e tem os próprios segredos. 
Porém, sua maior descoberta ocorre quando recebe dos pais de Meg o notebook da melhor amiga. Vasculhando o computador, Cody dá de cara com um arquivo criptografado, impossível de abrir. Até que um colega nerd consegue desbloqueá-lo... e de repente tudo o que ela pensou que sabia sobre a morte de Meg é posto em dúvida. 
Eu estive aqui é Gayle Forman em sua melhor forma, uma história tensa, comovente e redentora que mostra que é possível seguir em frente mesmo diante de uma perda indescritível. 
"Eu estive aqui é a mais perfeita mescla de mistério, tragédia e romance. Gayle Forman dá ao leitor um retrato sincero da coragem necessária para continuar vivendo após uma perda devastadora. " 
Stephen Chbosky, autor de As vantagens de ser invisível 

A leitura me acompanhou em uma viagem de Campinas a São Paulo e mais algumas horinhas em casa depois. Mas o livro em si me acompanha até hoje! Aliás, maldita seja Gayle Forman porque ela vem se tornando, sem dúvidas, minha autora predileta porque esse é efeito dela: fazer livros rápido mas impossíveis de esquecer! 

Como dito, o livro é rápido e, aparentemente, leve apesar do tema. A questão é Cody é uma protagonista decidida e uma narradora nada cansativa, então a leitura flui. O mais importante é que a história prende, apesar de demorar alguns capítulos para entrar no clima e no ritmo, assim que acontece vai numa só, entendem? 

Em meio a narração, a gente se encontra em uma divisão de mares para ambas as personagens: Meg, que se matou e sua melhor amiga, Cody, que tenta entender tal situação. Mas as duas estão deixando de serem adolescentes e se tornando adultas, assumindo as responsabilidades e caindo com os pés no mundo por aí. E isso que chama muito atenção! Por que apesar de falarem que os adolescentes vivem a flor da pele, esse livro me mostrou que os adultos estão ta mesma dependendo do assunto. 

Além disso, apesar da Cody ser bem direta, ela está em um momento difícil. Pensem só, vocês perderem sua melhor amiga do dia para noite, ser convidada para ir buscar as coisas dela no campus da faculdade e dar de cara com uma vida que pensava que ela jamais viveria. Não é fácil e isso fica bem claro nas confusões de um turbilhão de emoções de Cody. 

Mas temos Ben! Ah, Ben (lê-se aquele emoji de cara safadinha HAHA). A princípio, ele parece ser ruim e não vai durar muito na história. Mas aí, rola aquele clichê básico do cara que pega todas se amolecendo para uma especial e, melhor, ele se abre. Ele é como nós, ele teve erro nos passados e ele está disposto a uma nova vida. Já deu para perceber que é impossível não se apaixonar por ele, né? Mas detalhe, aqueles que irão ler, preparem para sentir raiva dele e de Cody 99% do tempo. Mas prometo que as últimas páginas amolecem nosso coração também haha. 

O livro mostra a qualquer um que é impossível conhecer alguém 100%. Ou até metade disso, não dá. Nem nossa família, nossos amores e nossos melhores amigos. O melhor de tudo é que a própria Cody nos ensina que a gente não conhece nem ao menos nós mesmos. 

Por issoooo, a leitura é indispensável! Totalmente recomendo e juro que uma tarde esses personagens mudarão sua vida como mudaram a minha! Na verdade, Gayle Forman muda qualquer um <3 E sabem do que mais? Os direitos já foram vendidos então vai ter filme SIM! Mal posso esperar hehe. 

Espero muito que tenham gostado e não se esqueçam de me contarem o que acharam nos comentários, ficarei bem felizzz.

Grande Beijo, 
Ana :)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

#EuLi: O Começo de Tudo, Robyn Schneider

Oi gente! Tudo bom?

YAY! Resenha de livro <3 Adoro, pode? Já estou enrolando há um tempinho para falar desse novo querido que já li há quase um mês mas que mereceu, desde a primeira página, post aqui no blog! 

Vamos conhecer essa belezuraaa?
 Ok, Ok, antes de mostrar a sinopse, comecemos por essa capa. ESSA CAPA LINDA! Eu confesso que eu comprei o livro, inicialmente lá na Bienal do Rio, por causa dela. Amo parques de diversão, amo a estrutura da montanha-russa e achei que as cores, aiiii, cairam tão bem. Enfim HAHA vamos ao que interessa. 


O garoto de ouro Ezra Faulkner acredita que todo mundo tem uma tragédia esperando ali na esquina – um encontro fatal depois do qual tudo o que realmente importa vai acontecer. Sua tragédia particular esperou até que ele estivesse preparado para perder tudo de uma vez: em uma noite espetacular, um motorista imprudente acabou com a perna de Ezra, com sua carreira no esporte e com sua vida social.

Depois que perdeu o favoritismo ao posto de rei do baile, Ezra agora almoça na mesa dos losers, onde conhece Cassidy Thorpe. Cassidy é diferente de qualquer pessoa que Ezra tenha encontrado antes – melancólica e com uma inteligência mordaz.
Juntos, Ezra e Cassidy descobrem flash mobs, tesouros enterrados e um poodle que talvez seja a reencarnação do Grande Gatsby. À medida que Ezra mergulha nos novos estudos, nas novas amizades e no novo amor, aprende que algumas pessoas, assim como os livros, são difíceis de interpretar. Agora, ele precisa considerar: se uma tragédia já o atingiu, o que poderá acontecer se houver mais infortúnios?
O Começo de Tudo é um livro poético, inteligente e de cortar o coração sobre a dificuldade de ser o que as pessoas esperam, e sobre começos que podem nascer de finais trágicos.


Eu preciso dizer que, com exceção da capa, eu não dava nada para o livro, mas, assim, nada mesmo. Eu pensei que seria mais um simples clichê e que em uma tarde eu leria e, no dia seguinte, o livro ia parar na bagunça do meu quarto, sem importância nenhuma. E, uau haha, como a gente se engana! 

De fato, eu li em uma tarde mas, muito diferente do que pensei, eu acabei e fiquei acho que meia hora chocada com o final. Ele, no início, parece clichê ao extremo. Sendo sincera, eu pensei que estava lendo uma versão 2.0 de A Extraordinária Garota Chamada Estrela. 

Só que a Robyn Schneider tem algo de especial. Eu normalmente paro minhas leituras porque já não suporto o personagem-narrador, quando é o caso. Mas, dessa vez, eu juro, o Ezra é especial. De inicio, ele parece o típico galã de Hollywood entende? Literalmente, o menino de ouro que sofreu um acidente, virou coitado e teve que apelar para a mesa dos "perdedores". 

Diferente de todos os livros, seriados e filmes que tratam de pessoas parecidas, o Ezra tem um enorme destaque da própria vida. A tragédia que aconteceu com ele, na verdade, o fez começar a viver, finalmente. Por que sabem de uma coisa? Ele, na verdade, pertence aquela mesa de perdedores e ai que o livro tem seu diferencial. 

E ainda temos Cassidy <3 Uma mistura de Alasca, John Green; Estrela, Jerry Spinelli; e de qualquer garota, nós!, com um passado meio turbulento. Mas ela é incrível, apesar de insegura, ela mantém a cabeça erguida e mesmo com coisas tristes na vida, ela dá um jeito de continuar e continuar e continuar :) 

Como eu disse, a príncipio, você não dá nada ao livro. As primeiras 100 páginas são nada demais, mas então temos o romance, temos Toby que é um personagem extremamente fácil de se apegar, como os outros, e temos a lição de que, desde jovens, há grandes altos e baixos. E o tempo todo! 

Melhor Quote do Livro que levarei para sempre comigo <3 "eu sei que eu passei muito tempo existindo, e agora, eu pretendo viver."

Eu preciso dizer que o final também arranca muitas lágrimas. Apesar de fácil, a princípio leve e satisfatório, é aquele tipo de leitura que vai te fazer pensar por algum tempinho. Ezra é um personagem cativante e mais do que interessante. 

O livro é lindo, sensível e especial, como puderam notar <3 E por issoooo, merece cinco estrelas sim! E claro, a leitura de todos vocês! 

Espero muito que tenham gostado e me contem tudo nos comentários, hehe

Grande beijos, 
Ana :)

sábado, 9 de janeiro de 2016

#EuLi: Toda nudez será castigada, Nelson Rodrigues

Oi gente! Tudo bem?

Há muito tempo eu não faço um post de leituras, pois há muito tempo eu não estava lendo tanto quanto tenho lido nessas últimas semanas. Tentando levar as metas de ano novo para frente, sabem como é, né?


Bom, essa semana andei recuperando meu hábito de ler e tenho feito leituras muito boas. Hoje, vim falar de uma delas: "Toda nudez será castigada", de Nelson Rodrigues.

Eu sempre tive preconceito em ler peças, sempre pensei que não fosse conseguir gostar. Mas depois de tanto ouvir falar das obras do Nelson, através do canal da Bárbara Matsuda, o Letras de Batom, senti que precisava dar uma chance! Hahaha e olha, não me arrependi nem um pouco.

Foi uma leitura super rápida e dinâmica (?), eu diria. Esse foi, com certeza, o livro que eu li mais rápido em toda a minha vida! Tipo, em menos de 2 horas.


Se você pretende ler esse livro, só digo uma coisa: se prepare para um final muito chocante, hahaha.

É isso. Espero muito que tenham gostado! Pretendo trazer mais muitos posts desse tipo, se vocês curtirem e gostarem da ideia, claro :)

Beijos, Nath!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

#EuLi: Amor Amargo, Jennifer Brown

Oi gente! Tudo bom? Primeiro post de 2016, YAY!

Sei que acabei me atrasando neste post mas estou orgulhosa pelo primeiro ser sobre uma das minhas coisas preferidas: livros. Quem me conhece já até sabe, certo? Bem, primeiramente, eu queria dizer que espero muito que todos vocês tenham aproveitado o Ano Novo e, 2016, vêm que vêm! 

Hum... Eu não sei por onde começar, pessoal! Eu embarquei em uma semana de maratona literária (li seis desde segunda passada!) e quando cheguei ao dito cujo que será centro deste post, só consegui pensar em postar logo sobre ele e fazer uma resenha digna de tal leitura. Vamos ver? 


Último ano do colégio: a formatura da estudiosa Alex se aproxima, assim como a promessa feita com seus dois melhores amigos, Bethany e Zach, de viajarem até o Colorado, local para onde sua mãe estava indo quando morreu em um acidente. O Dia da Viagem se torna cada vez mais próximo, e tudo corre conforme o planejado. Até Cole aparecer.
Encantador, divertido, sensível, um astro dos esportes. Alex parece não acreditar que o garoto está ali, querendo se aproximar dela. Quando os dois iniciam um relacionamento, tudo parece caminhar às mil maravilhas, até que ela começa a conhecê-lo de verdade…
Em um retrato realista de um relacionamento conturbado, a autora Jennifer Brown – do sucesso A Lista Negra – nos leva até o limite de nossos sentimentos.

Vocês se lembram de quando eu fiz resenha de A Lista Negra? Clique aqui para ver. Lá, naquela altura do campeonato, eu já deveria ter percebido que quando o assunto é Jennifer Brown, não podemos começar a ler antes de uma preparação pesada psicológica. 

Amor Amargo, lançando em Agosto, em meio a Bienal do Livro, como mostra a sinopse, nos conta sobre um relacionamento abusivo e não digo apenas fisicamente. Como eu já sabia sobre isso, antes de iniciar tal leitura, eu fui preparada, por assim dizer HAHA. Tipo, eu estava com um pé atrás entendem? Eu sabia que não viveria no conto de fadas por muito tempo e, ainda bem, que sabia! 

Alex tem tudo para ser uma personagem-narradadora incrível, juro. Muito diferente da Valerie, de Lista Negra, ela, a princípio, não é cansativa, não é monótoma e ela aprecia a vida lá fora haha. Mas, então, BUM! Ela se torna pior que a Val. 

Em A Lista Negra estamos a todo tempo, a todo custo e a todo minuto, torcendo para que as coisas fiquem boas e se acertem para os personagens e aqueles ao redor. Em Amor Amargo, a Jennifer Brown é tão incrível que, nas 100 primeiras páginas, estamos torcendo pelo casal. Fala sério, pessoal, o Cole aparece no segundo capítulo e ele parece ter saído de um filme. Misterioso, intrigante, charmoso, educado e alguém que se importa, ele mexe não apenas com a Alex, que sofre com a família e com os problemas passados, mas conosco também! 


E, então, novamente, BUM! As coisas começam a acontecer, um pulso machucado, um puxão de cabelo, agressões verbais e a gente se vê em um pico, sério. O livro não tem uma constante, pelo contrário, ele começa a subir e subir e subir e a gente pensa "Meu deus, vai ter morte aí!". 

Com a Valerie, a gente perdoa. Apesar de ela ser parada e confusa, a gente não consegue odiá-la. Mas a Alex, nossa, a gente fica constantemente pensando que não faríamos igual, que se fosse nossa pele na situação seríamos seguras e procuraríamos ajuda. Mas, com Jennifer Brown e com a própria Alex, percebemos que não é assim porque, sem dar spoilers, a Alex pensa como nós. Ela abre o jogo para o leitor e mostra as vantagens e as desvantagens de abrir a boca, de gritar por socorro e por isso que, também, é impossível odiá-la já que, de uma maneira ou de outra, ela é uma versão de qualquer um que estivesse em um relacionamento abusivo. 

O livro é curto. Comecei ele hoje de manhã e terminei agora pouco. Nem por isso, ele deixa de ser denso. Pelo contrário, ele é bem pesado, com letra miúdas mas ele prende a atenção! A Jennifer Brown escreve de uma maneira muito certa e realista um assunto, considerado tabu, crítico e perigoso. 

Ele é leitura obrigatória, gente! S-É-R-I-O! Leiam primeiro a Lista Negra e depois Amor Amargo. De qualquer forma, eles se conversam. Superação, romances tensos, problemas familiares e insegurança há em excesso, por isso se prepare haha. 

E, claro, você vai ficar pensando no Cole, na Alex e em (lê-se lindo, incrível e maravilhoso) Zack por váriossss dias. 

Espero que tenham gostado e não se esqueçam de me falar o que acharam caso leiam ou tenham lido! 
Beijocas, 
Ana :)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Garota, Interrompida: Livro X Filme

Oi, pessoal, como vocês estão?

Confesso que já estava com saudades de fazer batalhas entre filme e livro. Aliás, acho que só fiz uma, certo? E, comentando sobre isso, ainda não terminei a série Divergente mas prometo que, assim que o fizer, conto a vocês. 

Bem, mas hoje, especialmente, eu venho falar sobre o queridíssimo de cinema Garota, Interrompida que foi estralado não menos por Winona Ryder e Angelina Jolie! Quem conhece? 

Quando a realidade torna-se brutal demais para uma garota de 18 anos, ela é hospitalizada. O ano é 1967 e a realidade é brutal para muitas pessoas. Mesmo assim poucas são consideradas loucas e trancadas por se recusarem a seguir padrões e encarar a realidade. Susanna Kaysen era uma delas. Sua lucidez e percepção do mundo à sua volta era algo que seus pais, amigos e professores não entendiam. E sua vida transformou-se ao colocar os pés pela primeira vez no hospital psiquiátrico McLean, onde, nos dois anos seguintes, Susanna precisou encontrar um novo foco, uma nova interpretação de mundo, um contato com ela mesma. Corpo e mente, em processo de busca, trancada com outras garotas de sua idade. Garotas marcadas pela sociedade, excluídas, consideradas insanas, doentes e descartadas logo no início da vida adulta. Polly, Georgina, Daisy e Lisa. Estão todas ali. O que é a sanidade? Garotas interrompidas. Um relato pessoal, intenso e brutal que nos faz refletir sobre nosso papel na sociedade, Garota, interrompida é uma leitura obrigatória, que inspirou o filme homônimo sucesso de bilheteria que concedeu a Angelina Jolie seu papel mais importante e o Oscar de melhor atriz coadjuvante. 
"Não saber o que quer ser não é uma opção"; E por onde mesmo eu começo depois disso? HAHA. Eu já conhecia o filme, sem novidade. Como a própria descrição diz, a Angelina Jolie ganhou Oscar por tal papel e, portanto, ele é mais do que renomado. 
Por outro lado, eu me surpreendi ao ver lá em Agosto, na Bienal, a capa do livro. Para ser sincera, eu pouco sabia que o filme havia sido inspirado na obra. Além de que, melhor, o relato é baseado em fatos reais! Como podem ver, o nome da autora é seguido do mesmo da personagem principal. 
Primeiramente, o livro não é linear. Ou seja, ele não segue uma linha de pensamentos ou fatos cronologicamente narrados, muito pelo contrário, ele parece uma espécie de diário em que Susanna só foi escrevendo tudo que havia acontecido com ela nos dois anos internada. Enquanto isso, o filme parece faze um interpolo de passado e futuro que fica claro e é compreensível. 
Eu li críticas sobre o livro falando que ele é cansativo e não prende o leitor. Mas, na verdade, na minha opinião, por não ser linear e por Susanna estar falando exatamente o que sente e o que pensa, além de contar suas histórias no hospital, ele torna-se real. Ele é fiel aos anos 60 e, mais que isso, conta a realidade de um internato. Diferente do filme, que parece deixar claro que estar louca e estar internada é o fim da vida e um caminho sem volta, o livro mostra que não é bem assim. Que não é mesmo assim. 
O filme tem um começo, um meio e um fim. Ou seja, ele tem uma trama principal e os diretores até fizeram uma brincadeira de romance entre as personagens. Mas o livro os capítulos não geram nada, digamos assim. Os capítulos são acontecimentos que acabam ali mesmo, são histórias passadas e as personagens são mais desenvolvidas. E, muito melhor que no filme, como eu disse, a Susanna mostra que estar louca não é está acabando com a própria vida, ela mostra que, na verdade, internar-se, no final, foi e é uma maneira de melhor a vida <3
De uma maneira bem intensa, real e quase técnica já que há muitos termos sobre psicológico, o livro é um lembrete para todos os doentes ou qualquer um por ai que, hora ou outra, dá para recuperar o tempo perdido e dá para sair do fundo do poço de cabeça erguida. E o filme é bonito, é engraçado e estampa de maneira cinematográfica e menos emotiva a vida dessas pessoas mas, nem por isso, deixa de ser bom, pelo contrário. 
Eu, indecisa como sempre, recomendo os dois! Leia o livro (4 estrelinhass) primeiro e depois assista o filme (5 estrelinhass) porque acho que fará mais sentido e é mais provável de você agradar-se com a história no geral haha. 
Não esqueçam de me contar o que acharam e se gostam desse tipo de postagem! Eu espero muito muito muito que sim para as duas perguntas haha. 
Beijocas, 
Ana :)

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

#EuLi: A Playlist de Hayden

Oi gente, tudo bom? 


Que saudades de postar! Preciso me desculpar, é claro, pela enorme ausência mas se vocês soubessem tamanha correria, falta de tempo e o bloqueio que eu tive, aposto que entenderiam. E aliás, eu espero muito que tenham compreendido esse pequeno sumiço meu por aqui. 

De qualquer forma, não só estou de volta na vida de blogueira mas, sem dúvidas, em todos quesitos que abandonei durante as provas. E livros, sem dúvidas, tiveram de ficar de lado. Bem, mas eles também voltaram! Já estou diminuindo minha gigantesca pilha literária e eu não poderia deixar de vir contar para vocês qual veio a ser o meu escolhido para a primeira volta! 

Quem já leu a Playlist de Hayden?

Eu estou enrolando desde Agosto (lenta? Imagina!) para começar a ler este livro, que na verdade eu nem tenho mas sim peguei emprestado. Acho que, em parte, eu não estava contando que iria gostar ou, na verdade, que não seria o tipo de livro que deixa a gente sem dormir, entendem? Há, tava bem enganada!

Depois da morte de seu amigo, Sam parece um fantasma vagando pelos corredores da escola, o que não é muito diferente de antes. Ele sabe que tem que aceitar o que Hayden fez, mas se culpa pelo que aconteceu e não consegue mudar o que sente. Enquanto ouve música por música da lista deixada por Hayden, Sam tenta descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E, quanto mais ele ouve e reflete sobre o passado, mais segredos descobre sobre seu amigo e sobre a vida que ele levava. A PLAYLIST DE HAYDEN é uma história inquietante sobre perda, raiva, superação e bullying. Acima de tudo, sobre encontrar esperança quando essa parte parece ser a mais difícil.

Começa bem morto, não vou mentir. O prólogo é interessante mas os primeiros capítulos são mais do que parados e parece que Sam, o personagem narrador e principal, só sabe falar sobre videogame. Porém, diferente de muitos outros livros, incrivelmente, ele não é um personagem-narrador chato, que a gente odeia ou cansativo. Pelo contrário, na minha opinião, ele é demais! 

Sam é tímido e tinha apenas um amigo, Hayden, que do dia para a noite, decide tomar remédios de tacha preta com bebida alcoólica. O livro já começa assim, com tal fato, e desde o início podemos perceber uma enormeeee presença de bullying. Mas, na verdade, A Playlist de Hayden nos dá uma mensagem tão grande sobre nós mesmos, sobre pressão familiar e como reagimos a tais situações. 

Ah, é incrível! 

E sabem o mais legal? Cada capítulo tem uma música tema <3

Eu já li alguns livros em que o tema principal é morte ou suicídio mas confesso que o autor tem que ser bom demais para conseguir fazer uma história boa em cima disso, principalmente em um mundo adolescente. Mas ò, de verdade, Michelle Falkoff conseguiu tal efeito! No início, parece um livro chato e com um pouco de mistério, mas depois que ele engata em um romance você percebe que há muito mais por trás de um simples "teenager drama". 

Parte do confessionário: eu achava que era um romance gay haha (muito tapada para não ver o menino e a menina na capa, mas thats okay). E assim que notei que não era, não me decepcionei! Na verdade, eu achei brilhante. E se você, você irá entender porque ai está outra sacada de Falkoff: para que devemos nos prender em rótulos e em quem combina com quem? Certíssima! 

Tem muita música, muita internet, muito assunto de autoaceitação, sexualidade, timidez e, principalmente, sobre vida HAHA. Sério mesmo, pessoal, o Sam da uma mensagem tão incrível no final! Na verdade, se você não gostar do livro, garanto que o último capítulo vai recompensar ele inteiro! 



Como devem ter percebido, eu indico o livro para todo mundo! Não perde tempo não haha e a boa notícia é que dá para ler ele bem rapidinho (devorei em três dias). E as músicas são incríveis também, cada uma caindo da maneira certa com o momento e o capítulo <3

Espero que tenham gostado e não se esqueçam de me contar o que estão lendo ou, se já tiverem lido, o que acharam! Adorarei saber, sem dúvidas. 

Beijos e um queijo hehe, 
Ana :)

terça-feira, 6 de outubro de 2015

#EuLi - Mulheres, Carol Rossetti

Oi gente! Como vocês estão? 

Já fazia um tempinho que eu não vinha com uma resenha mas na verdade, mesmo depois de todas aquelas compras na Bienal, ando apenas lendo coisas para a escola, porque o fim do ano tá chegando então tô evitando ler muita coisa paralela para não me distrair muito. 

Porém, como eu não consigo parar quieta e focar apenas na literatura obrigatória lá do colégio, já há algumas semanas, eu tive que correr a minha estante e pegar algum dos meus queridinhos novos. E sinceramente? Não poderia ter escolhido melhor! 

ATENÇÃO, ATENÇÃO, esse livro deveria ser leitura OBRIGATÓRIA! hehehe vamos lá! 
Carol Rossetti conquistou o coração de muitas mulheres, e muito homens, pela internet quando expondo seu trabalho incrível de desenhos com mensagens feministas. A ilustradora minera jamais imaginou que seus desenhos lindos virariam matéria da CNN e que, inclusive, se tornariam inspirações e quebrariam tabus. 

"São tantas mulheres diferentes no mundo que eu poderia continuar para sempre. Cada um tem sua própria história, e acredito que todas elas merecem ser ouvidas e representadas. Minha abordagem será abrangente, deixando as pessoas confortáveis para conhecer o movimento feminista e suas vertentes, convidando todos os que dividem comigo essa ideia de liberdade a celebrar a diversidade do ser humano. Pode entrar, sente-se onde quiser, pegue um café. Estão todos convidados."
O livro é divido em seis partes: Corpo, Escolhas, Amor, Valentes, Moda e Identidade. E ainda conta com uma Introdução muito muito muito linda. Nenhuma personagem se repete, mas é possível se identificar com VÁRIAS! Além disso, mesmo que cada mulher linda do jeito que é retratada em apenas uma página, é difícil não se apaixonar por todas. 

Vale muito a pena ler, gente. É aquele tipo de livro para ter na cabeceira da cama e de emprestar à todos os curiosos porque ele é lindo. E homens, não fiquem de fora! É leitura obrigatória à vocês também, viu? hahaha. 

Espero muito que tenham gostado! Eu e a Nat pretendemos falar mais sobre esses assuntos feministas, então, não se esqueçam de opinar e dizer o que acham sobre isso! É bem importante para nós <3

Um beijo e um queijo, 
Ana :)

sábado, 26 de setembro de 2015

Conheça: o Skoob!

Oi, pessoal, tudo bom? Como vocês estão?

Vou muito bem! Finalmente o fim de semana, yaay, haha. Bom, acredito eu, que não seja mais uma novidade minha paixão por livros, certo? Caso você ainda não tenha percebido haha ter um armário lotado de livros, marcadores de páginas e bagunça, é bem a minha cara ;) 

Eu não sei vocês, mas eu sou uma pessoa bem perdidinha com isso. Digo, eu sou perdida em muita coisa e faço bastante o estilo de bagunceira mas com os livros acaba sendo um problema. As vezes confundo personagens, dependendo esqueço quais livros estão comigo e quais emprestei, e no final, acaba virando um amontoado tão grande que nossa, tadinho deles HAHAHA. 

Mas vocês já ouviram falar sobre o Skoob? Porque ele vem me ajudando bastante. 

Para quem não conhece, o Skoob é um site (e um aplicativo também) que, basicamente, torna-se uma biblioteca virtual e particular para você. Você cria uma conta, com Facebook, Twiiter ou Gmail, faz se perfil e depois transcreve sua estante à ele. 

Como assim? Acredito eu, que todos os livros publicados (inclusive algumas fanfics) tem cadastro no site, ou seja, você marca livros que você leu, como lidos; aqueles que você quer ler, como desejados; os que você tem, como "eu tenho"; aqueles que você emprestou, como emprestados; que você quer ler, como meta e assim por diante. 

É muito legal! Além de ser possível seguir pessoas, para logo mais acompanhar as leituras delas, é possível fazer amigos e, o mais incrível, trocar livros! Calminha, já vou explicar. 

Funciona assim, digamos que você tem um livro, não gostou e quer trocar. Então, você corre lá no Skoob e marca esse livro como "troco", ai vem de você. Pode esperar alguém te mandar uma mensagem dizendo que estaria disposta a pegar o seu livro e te dar outro, pode ir na página das pessoas que desejam esse livro ("desejam") e entrar no perfil daquelas que possuem livros para trocar e combinar a troca, ou você troca por plus, se fizer assim, envolve dinheiro então depende de você :) 

O processo e a ideia são inciveis. Já fiz troca (livroXlivro) três vezes e deu super certo. Funciona com o correio, mas, basicamente, varia de troca para troca, então o importante é falar com a pessoa. Mas, pensem comigo, o livro que você não quer não irá acabar no lixo e você ainda, provavelmente, terá um novo <3 Eu adorei! 

Quem mais aqui conhecia? Eu estou aprendendo a mexer ainda mas já adoro. E para quem quiser, meu perfil é esse aqui. Espero muito que tenham gostado da dica e não se esqueçam de comentar aqui em baixo o que acharam. 

Um beijo e um queijo, 
Ana :)

domingo, 20 de setembro de 2015

Grande Talvez, Teoremas, Granadas, Pessoas de Papel e... Green!

Oi pessoal, como vocês estão?

Acredito que todo mundo já sacou qual a do título do post, estou certa? Calma aí! Não para de ler ainda não, por favor. Prometo que esse não será mais um dos milhões de post soltos por aí em blogs ou plataformas grandes sobre duas nuvenzinhas com okay? okay escrito, ou flores brancas caídas e quem sabe, sobre funções matemáticas sobre amor... 

Pois é, eu sou uma grande fã de amor clássico e até mesmo dos clichês. Mas também sou uma pessoa extremamente contraditória e gosto de fugir disso. E é exatamente por isso que este post não será nesse formato mas, quem sabe, sobre essas coisinhas que citei. Ah, querem saber? Vamos direto ao ponto: JOHN GREEN! 
Ele não é um completo estranho para vocês, certo? Bem, caso seja, aqui vai: John Green é um dos autores norte-americanos mais conhecidos no dia de hoje. Além de ter escrito sucessos como os aqui em cima, participou da direção de dois filmes baseados em obras suas e atualmente, está trabalhando no próximo livro. 

Sei que não sou uma especialista em literatura, uma grande amante por enquanto, mas preciso ressaltar que muitos blogueiros literários ainda procuram pela resposta do porquê John Green causou tanto alvoroço nos anos anteriores com seus livros! Mas, perem aí novamente, não vim aqui para criticá-lo, pelo contrário, na verdade, minha opinião por esse camarada aí, vem mudando bastante recentemente. 

E querem saber por que? Bom, eu decidi fazer uma pequena retrospectiva da ordem dos livros que li dele e fazer uma pequena resenha de cada um, com a minha opinião. Caso queiram saber e inclusive, terem uma ideia de qual eu achei melhor ou menos bom, só continuar lendo o post :)

A Culpa é das Estrelas: 
A história de Hazel e Gus virou sucesso mundial, tenho certeza. Mas antes disso, incrivelmente, eu e a Nath já sabíamos da existência do queridinho de qualquer um. E a questão é a seguinte, olhando para trás hoje, eu acho apenas uma história bonita. De verdade. Acabei ele durante uma aula no colégio e tive que segurar as milhares de lágrimas até chegar em casa. E o filme, aquele que foi lançado ano passado, é extremamente fiel e sensacional também! Só que, se tem algo que vocês devem saber sobre a minha opinião quanto ao Green é que, acho que ele cria personagens incríveis e temas muito bons, mas... o livro acaba. E que finais são esses! Não sei se conseguem entender, A Culpa é Das Estrelas tem tudo de bom mas ai, estamos na última página! E fora que, não sei vocês, mas a Hazel é uma pessoa complicadinha. Por outro lado, o livro me marcou. Além de ele estar repleto de post-it, ele é especial. Ele trata de coisas que a gente sabe que existem mas esquecemos. Deus, quando é que eu me daria conta que jovens que irão morrer, hora ou outra, por causa de uma maldita doença, aproveitam a vida melhor que outros que tem a segurança de várias e vários dias saudáveis? 
Três Estrelas 

O Teorema Katherine: 
Estou acostumada a ver resenhas não muito agradáveis quanto a esse livro. Na verdade, todas que já li, classificam esse como o pior do autor. Mas, olhem, eu achei ele bem fofinho. Conta a história do Colin, que já namorou 19 garotas chamadas Katherine. Sim, isso é possível de alguma forma hahaha. O Colin é beem inteligente, então ele está tentando produzir, digamos assim, um teorema que conseguirá prever o fim de qualquer relacionamento. O que ele não espera, é que depois do mais novo fora que teve da última K, ele viria a cair na estrada com o melhor amigo e iria encontrar uma nova aventura pela frente e, pela primeira vez em muito tempo, sem K-A-T-H-E-R-I-N-E. Não sou a melhor pessoa em matemática, então todos os inúmeros cálculos e pensamentos meio geeks que o livro abrange foram meio complicados e um tanto cansativos para mim. E aliás, o John Green tem a incrível habilidade de sempre fazer o personagem que é amigo ou par romântico do principal muito mais interessante que o protagonista. Falo sério. Colin, me desculpe, você é legal, mas seus amigos e suas Ks são mais divertidos <3 Mas, se você está a procura de algo leve e tranquilo, além de rápido, seja feliz com esse fofuxo.  
Três Estrelas 
Quem é você, Alasca? 
Ah, esse livro <3 Juro, me arrepio inteira só de lembrar da época que li e tudo que senti com ele. A primeira coisa, o nome. Eu nunca o entendi direito, sempre pensei que era referência ao estado americano, Alasca, mas depois que uma amiga me explicou, me interessei ainda mais pelo livro e assim que o adquiri, o devorei em dois dias! Não muito diferente dos outros livros, este conta com a ilustre presença do Gordo, que consegue ser um adolescente perdido e bem lento meio que... 99% do tempo. PORÉM, o livro também tem a incrível e maravilhosa Alasca, a garota misteriosa, que tem uma biblioteca particular no quarto e reúne mais uma turma de amigos do colégio interno, em que Gordo vai estudar, simplesmente sensacional! Gente, que garota, que amigos, que livro novamente! A leitura, infelizmente, é um pouco cansativa. As coisas não acontecem, demoram para tomar um bom embalo e ai, quando tomam, $%***#, você quer xingar John Green e toda a família dele! Mas, ao mesmo tempo, bate aquela sensação de, tipo, que cara demais! O final é perfeito, a maneira que o livro é escrita cai de um jeito ótimo ao que a história conta. E a mensagem, todos nós estamos em um labirinto, alguns de nós saindo mais rápidos do que outros, é mais que linda! É o tipo de história que, mesmo com o final que tem e se prepare para se surpreender, você quer viver entendem? Em A Culpa é das Estrelas, você chora. Em Teorema Katherine, você ri. Mas nesse aqui, você ri, chora, grita, quer entrar na história, pensa em desistir do livro e ai, parece que ele desistiu de você. Mas ele tem uma narrativa tão linda e confusa também mas que, de certa forma, encanta quase todo mundo. 
Cinco Estrelas

Cidades de Papel: 
Acabei Cidades de Papel há umas duas semanas e ó, não escutem os outros não, o livro não tem nada de "bobo" e "chato", muito pelo contrário, eu achei ele melhor que ACEDE diferente de muitos, hehe, só não supera Quem é Você, Alasca? mas, ainda assim, merece muito mais reconhecimento. Acho que o problema, na verdade, está em nós. Estamos tão acostumados com romances com finais felizes, o mocinho com a mocinha, que quando a realidade bate com nosso rosto, a gente estranha, a gente crítica, a gente acha ruim. Mas, sério Cidades de Papel, faz, subliminarmente, uma crítica a sociedade tão grande que deveria ser leitura obrigatória! Confesso, o Quentin segue a linha dos personagens principais irritantes mas ele faz isso porque, um, é um garoto e, dois, ele tem seus motivos. Mas enquanto isso, a Margô, sua vizinha que o faz ter a "melhor noite da sua vida" e depois desaparece, tem cada ideia sobre vida, pessoas e ah, tudo! Ela é tão doida e irritante e sábia e chata e tudo tão ao mesmo tempo, que não dá vontade de parar de ler. E como os outros livros, novamente, o John Green consegue fazer um grupo de personagens secundários tão legais que dá vontade de bater na porta dele e exigir por histórias paralelas! Ainda não assisti ao filme, mas já soube que está bem fiel, prometo falar sobre depois :) É o tipo de livro que você lê em uma tarde e, a princípio, se não reparar no que exatamente está acontecendo ao redor dos personagens, não vai gostar. Mas, ele é tão brilhante. Margô com sua teoria de que estamos todos em cidades frágeis e sem vida, como papel, é tão brilhante, na verdade. Ah, já sabem, eu aprovo haha. 

Quatro Estrelas 

Bom, pessoal, na minha lista ainda falta Deixe a Neve Cair e Will&Will, que pretendo ler em breve. Gostariam de uma resenha destes também? Eu gosto do John Green, sério, me irrito MUITO com os personagens e com o final do livros, mas depois que terminei Cidades de Papel, incrivelmente, passei a admirá-lo. Ele deixou de ser só "mais um autor famoso" para mim e tornou-se alguém que admiro. Ele tem boas ideias, escrita agradável e, sem que a gente perceba, todas as suas histórias tem muito mais do que um romance cinematográfico. 

Espero que tenham gostado, de verdade. Não se esqueçam de me contar o que acharam sobre o post, os livros, os filmes e sobre esse João Verde ai hahaha. 

Beijo e um queijo, 
Ana :)


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Vamos falar sobre fanfics + Conheça a Babi Dewet

Oi galera, tudo bom com vocês?

Eu nunca pensei que de fato iria falar sobre isso aqui no blog, até porque algumas pessoas consideram esse assunto um tabu, outras sentem-se tímidas quanto a isso e, tem gente, que nem sabe a existência de todo esse universo bem a nossa frente. 

Quem aqui já ouviu falar sobre fanfics? Para quem desconhece, fanfics (abreviação do termo fanfiction) são histórias ficcionais, normalmente, criada por amadores da escrita, publicadas e divulgadas em sites com personagens conhecidos pelo mundo da fama. Isto é, são narrativas que contam com universos paralelos ao original (continuação da saga de Harry Potter, romances com bandas e cantores, hipóteses de distopias e agora, mais comum, histórias originais). 

Eu percebi, recentemente, que tenho muito orgulho de acompanhar plataformas que abrigam fics. Afinal, muitas pessoas que hoje são grandes escritores, começaram por ai. Cassandra Clare, E.L. James, Anna Todd e entre outros tiveram seu princípio atrás da tela de um computador, escrevendo histórias sobre outras pessoas, que já tinham histórias. 


É um lugar, basicamente, para você ser quem quiser ser. Não é tão sério quanto um livro e você pode escrever sobre o que quiser! Sua história pode ser restrita, com conteúdos pesados e censurados, pode ser de apenas um capítulo, de vários, pode ter continuação, pode ser sobrenatural, pode ser com palavrões, em dialetos, sobre bruxos que cantam música ou dragões que salvam o mundo. Enfim, é com sua imaginação. E o melhor, você treina. Afinal, não vai ter um editor, um capista, só você e o público. E posso garantir, pelo menos uma pessoa vai estar lendo. Já que tem fã para tudo e qualquer coisa. 

Conheço esse mundo desde 2012 então, sim, eu vi "Soul Rebel" como fanfic, eu vi "After" como fanfic, eu pirei no twitter com atualizações e com aqueles capítulos aos quais a autora disse que não iria escrever mais também. As vezes penso em escrever minha própria fic, como tentei uma vez, mas por enquanto, ainda faço o papel de leitora. O que é muito bom também. 

Mas, se tem alguém que realmente entende sobre esse mundinho mais do que legal, e esse alguém é tão legal quanto, é a Babi Dewet. Não quero dar uma de fã mas, MEU DEUS QUE AUTORA! Gostaria muito de poder dizer que a conhecia como fic-writer mas, dane-se, conhecia ela com os livros publicados e não me arrependo nem por um segundo de ter lido cada um deles. E, claro, ter pirado muito também. 

A Babi tem uma história simplesmente sensacional e um gosto musical incrível também. Além de autora, professora e amante da música, ela também tem um blog. E lá, vocês podem acompanhar a agenda dela, suas resenhas e um pouco mais sobre os seus livros. Sábado à Noite, que era uma fanfic de McFly, já está terminado, recentemente ela fez parte do projeto de Um Ano Inesquecível, juntamente com Bruna Vieira, Thalita Rebouças e Bruna Vieira e, agora no próximo ano, ela estará escrevendo uma trilogia que será publicada pela Gutemberg. 

Eu me emocionei várias e várias vezes lendo sobre ela aqui, quis matar Babi com o final de Sábado à Noite 1, 2 e 3, porque NOSSA SENHORA! Prometo fazer uma super resenha em breve porque, sem querer ser exagerada mas, esses três livros marcaram o ano passado e minha adolescência, sem dúvidas. 

É simplesmente incrível ver que uma garota, fã de alguém ou de alguma coisa, começou a escrever sobre o que gostava e agora pode ver sua história estampando uma livraria. Pelo menos, acho que isso não tem preço nenhum. E bem, a Babi deve ser a que mais conhece essa sensação. E o melhor? Não é só ótima escritora não, é uma ótima pessoa também! Encontrei com ela na Bienal do ano passado e conversamos por uns dez minutos, sem parar. E gente, parecia que eu estava falando com uma amiga minha! 

Incrível. Indico fics (esses são os sites mais conhecidos: Fanfic Obsession que conta com fanfics interativas, isto é, você preenche quadros com informações suas e vira um personagem da história; Wattpad é o mais conhecido de todos pois abrange livros, fics de todo o mundo e aplicativo; Social Spirit muito famoso no Brasil e em Portugal com grande número de fics do Justin Bieber e do One Direction), indico demais todos os trabalhos da Babi e mais do que tudo, os livros dela! 

Espero muito que tenham gostado do post, farei resenha de SAN em breve e quem sabe, fale mais sobre as fanfics que já li. Aliás, o que achariam disso? O que acharam de tudo? Não esqueçam de me contar! 

Beijo e um queijo, 
Ana :)

sábado, 12 de setembro de 2015

Bienal do Livro 2015: EU FUI!

Oi gente! Como vocês estão? Eu estou ótima :)

Bem, para quem estava acompanhando o blog ou me acompanhando pelo twitter, sabe que há uma semana eu estava lá no Rio de Janeiro, mas especificamente, na Bienal de Livro! E claro, que eu anotei todas as dicas e todas as coisas legais que aconteceram por lá para contar a vocês! 
  

Olhem, primeiramente, eu preciso fazer um enorme elogia à todos os cariocas! Meu deus, que povo saudável, divertido e extremamente simpático! Sério, pessoal, pedir informação não é nenhum problema. E a cidade (farei um post Wanderlusting em especial ao Rio) é maravilhosa. Socorro, kkk, por mais cidades no mundo em que mesmo sobre sua chuva, a paisagem continua maravilhosa <3

Agora, vamos falar sobre a Bienal! Ela aconteceu no Riocentro, na Barra da Tijuca e termina amanhã. Não é por nada não, mas o lugar é super longe! Pelo menos para eu, que ficou em Copacabana e decidiu ir até lá de ônibus! Levei uma hora e meia, mas cheguei. E valeu super a pena! O espaço é gigante, bem maior do que o Anhembi onde acontece a Bienal de SP, e mais do que organizado. 

Haviam três pavilhões, um para distribuidoras, outro para editoras e um último para universidades. Bem legal, não acham? Eu adorei! E entre um e outro, haviam fast foods para comer. Infelizmente, não consegui pegar nenhuma autógrafo de ninguém. Mas vi as autores do Livro do Bem, o autor de 1808 e muita gente, porque estava lotado HAHA! 

E a melhor parte, os livros que trouxe comigo <3


O preço variava muito. Nos estantes das distrubuídoras estava mais caro do que os selos e editoras. Algumas destas, estava fazendo desconto de livros por cinco reais! E outras era, por exemplo, dois livros - 20%, três livros - 30%, quatro livros - 40% e assim por diante... 

Gostaria de colocar a sinopse de todos aqui, mas o post ficaria gigante! Então, faremos o seguinte, agora que eu praticamente tenho uma biblioteca particular em casa, estou lendo bastante! E inclusive, fiz uma promessa que só comprarei outro livro quando a minha pilha, que agora passa dos 30, estiver com 10 (hehe). Enfim, vamos combinar que conforme eu for lendo cada um, venho contar a vocês o que estou achando! Pode ser? Aliás, posts #EuLi não irão faltar aqui no blog! 

E não, eu não sou doente e acumuladora de livros, mesmo que aparente HAHAHA. Inclusive, aqui vai uma dica para pessoas que leem bastante, se não gosta de um livro, não fique com ele. Nas últimas semanas, andei doando vários a biblioteca da minha escola e outros eu troquei com pessoas pelo Skoob (em breve post sobre esse site incrível). Livros são caros e dificeis de guardar. Então, vamos ser legais e doá-los para pessoas que irão ler e vamos abrir espaço em nossas estantes :) 

Mas e vocês? Quem mais foi na Bienal e o que achou do evento? Quais livros vocês gostariam de ver resenha? Sou a todos pedidos e não esqueçam de conversar comigo aqui nos comentários! 

Espero muito que tenham gostado, um beijo e um queijo, 
Ana :) 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Bienal do Rio 2015: EU VOU!

Oi pessoal, como vocês estão?

Acalmem ai, já já o feriado está ai para descansarmos bastante e repormos as energias, certo? Há mais ou menos um mês eu venho contando os dias para o dia da independência do Brasil chegar por que, adivinhem, acredito que já saibam devido ao título, EU VOU PRO RIO! 

Incrivelmente, ainda não conheço o cenário de quase 99% das novelas brasileiras e a terra natal de muita gente linda e famosa. Por isso, não poderia estar mais feliz. E o melhor de tudo é que estou indo para um dos meus eventos preferidos, em todo o mundo, a Bienal que acontece de dois em dois anos, alternando São Paulo-Rio de Janeiro. 

Não se muita gente estará presente lá, principalmente nesse primeiro fim de semana, mas se você for, me avise porque ficarei bem feliz de encontrar alguém que lê o blog :) Porém, se você está planejando uma visita outro dia ou mesmo sábado ou domingo agora, eu preparei um pequeno guia das coisas mais legais que essa semana recheada de livros terá! Vamos ver? 

Local: Riocentro, Av. Salvador Allende, 6555 - Barra da Tijuca. 

Horário: 10:00 às 20:00 horas

Ingressos: compre aqui

Autores confirmados: Megan Maxwell, Josh Malerman, Anna Todd, David Nicholls, Colleen Hoover, Leigh Bardugo, Raymond E. Feist, Sophie Kinsella, Joseph Delaney, Julia Quin, Colleon Houck, Bianca Briones, Carina Rissi, FML Pepper, 

Melhores editoras e mais aguardadas: Abril, Amazon, Autêntica, Rocco, Saraiva, Galera, Galerinha, Galera Júnior Leya, Novo Século, Seguinte e V&R

Eu sei que esse não é um post de interesse a todos mas deixarei o link aqui da programação oficial. E aqui o mapa completinho do evento. 

Não se esqueçam de me contar se vocês vão e o que irão ver, fora as alguma outra fica que tenham. E aliás, alguém quer vlog? Tô pensando em gravar, o que acham? E, claro, o que eu devo fazer no Rio? Terei quatro dias por lá. 

Espero que tenham gostado, beijo e um queijo, 
Ana :)

sábado, 1 de agosto de 2015

Wishlist - Lançamentos Literários jun/jul2015

Oi pessoal, como vai? 

Estão vendo como estamos ficando craques no blog? Posts todos os dias! Até comentei com a Nath, não sei se são as férias, o layout novo ou a vontade de postar mesmo haha mas ando muito animada com o blog inteiro no geral. E quanto aos vlogs da viagem, todos já estão no computador, só precisamos nos juntas para editar juntas! E ai, tentaremos postar um vídeo novo toda semana, o que acham? 

Mas hoje venho falar sobre livros! Tive a ideia de vir postar todo mês uma pequena listinha dos melhores livros lançados, na minha opinião, com sinopse e capa. Como se fosse um guia para você ir na livraria e não precisar pegar todos aqueles vinte livros de uma vez e tentar se decidir (sou a única que faço isso? hehe). O que vocês acham sobre isso? 

Vou mostrar para vocês quais foram os meus escolhidos dos últimos mês. Vamos ver! 

Eu estive Aqui, por Gayle Forman:

Eu estive aqui, da mesma autora de Se eu Ficar e Para onde Ela foi, conta a história de Meg e Cody. A última é a que nos narra a história e da sua opinião sobre o suicídio de sua melhor amiga, Meg. Meg, uma jovem de 19 anos, se mata após ir para a faculdade causando espanto e choque na amiga de infância e adolescência. Atrás de respostas e a pedido dos pais de Meg, Cody se vê obrigada a viajar para Tacoma, onde a melhor amiga estudava, para reunir seus pertences. Lá acaba dando de cara com coisas que Meg nunca havia lhe contato: seus colegas de classe, pessoas com quem Cody jamais teria convivido, lugares estranhos e por fim, porém não menos importante, com Ben McCallister, o guitarrista que tem os próprios segredos e se envolveu com Meg. 

Tudo muda após esse encontro e quando Cody tem nas mãos o notebook da melhor amiga morta. Logo mais, tudo que pensou saber sobre a morte desta é posto em dúvida. 


A Rainha Vermelha, por Victoria Aveyard:

A narração gira em torno do mundo de Mare Barrow. Vivendo em um enredo a base de uma distopia, a mais nova sociedade é divida pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são plebeus e humildes, ou seja, possuem sangue vermelho e são destinados a viver sob uma elite prateada. Esta, cujo o sangue e os poderes sobrenaturais, os tornam quase deuses. 

Sem esperanças e roubando o que pode para ajudar sua família a sobreviver, Mare sofre um reviravolta do destino e consegue um emprego no palácio real, onde enfrente a todos, descobre que tem um dom diferente. Mas... Seu sangue não é vermelho? 

Colocando príncipe contra príncipe, Mare terá de enfrentar uma dança fatal e letal para decidir sobre a própria vida. E claro, para ajeitar seu coração. 






Eu te darei o Sol, por Jandy Nelson:

Jady Nelson conta a história de Jude e Noah, aqueles que competem pela afeição dos pais, pelo mais novo garoto que acabou de se mudar para o bairro onde moram e por uma vaga na melhor escola de arte da Califórnia. Em meio a mal entendidos, ciúmes e uma perda trágica, ambos sofrem uma separação. 

Seguindo caminhos diferentes, descobrindo a sexualidade e sofrendo contra o maldito bullying, os dois tem de aprender a enfrentar (e sofrer também) com os próprios dilemas a quais não tem coragem para contar a ninguém. 

O livro é narrado em tempo e perspectivas diferentes e mostra que as vezes as pessoas mais próximas de nós, talvez, sejam aquelas mais capazes de nos fazer sofrer. 




Perdidos por aí, por Adi Alsaid:

Quatro jovens ao redor do país tem apenas uma coisa em comum: uma garota chamada Leila. Com seu carro absurdamente vermelho e fazendo uma viagem de mais de 7.000 mil quilômetros, ela entra na vida de cada um no momento em que mais precisam. 

Hudson, um mecânico de uma cidadezinha, está disposto a desistir de seus planos e sonhos de amor verdadeiro. Há também Bree, uma garota que fugiu de casa e curte todas as terças-feiras. Elliot esquece a ideia de finais felizes após tudo em sua vida sair dos conformes. E Sonia acredita que, agora que perdeu o namorado, também perdeu a capacidade de amar. 

Os quatro conseguem encontrar uma amiga dentro de Leila. E assim que ela acelera no volante e os deixa, todos sentem que suas vidas foram mudadas para sempre. Mas é nessa jornada que Leila também descobre que talvez, o mais importante, seja se perder primeiro (lá onde começou) para se achar. 




Acho que esse último é o que estou mais animada para ler! E vocês? Gostaram mais de qual? Tem algum outro que merecia espaço nessa lista? Me contem aqui nos comentários e, claro, me digam se gostaram desse tipo de post. Espero muito que sim.

Nos vemos por aiiiii, um beijo e um queijo,
Ana :)