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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Playlist Mensal: Junho

Oie gente, tudo bem com vocês?

Nossa, quanto tempo... Acho que devo desculpas, né?

Mas, enfim, as férias chegaram e já quase estão indo embora. Como estão passando esses 30 dias?

WeHeartIt

Atrasada como quase sempre, hoje decidi compartilhar as músicas que andei ouvindo mês passado! Espero que gostem.


Beijos!

domingo, 26 de junho de 2016

Terra da Rainha, eu estou à caminho!

Oi, pessoal! Tudo bom com vocês?


Para variar, nós sumimos, fato. Poxa, coisas acontecem! Escola acontece, falta de tempo acontece, falta de inspiração acontece e, quando paramos para ver, já se foram meses e a vontade parece diminuir ainda mais :( A notícia boa é que dessa vez, aproveitando as férias, estamos voltando e de verdade!

Eu mesma prometo. 

Trago notícias boas. Aliás, ainda me parece extremamente surreal estar escrevendo esse post porque acho que, subliminarmente ou, quem sabe, pensando para valer, nunca tive 100% de certeza que isso viria acontecer. Mas, já desde Setembro meus pensamentos são voltados para uma terra distante, cheia de oportunidades, sonhos e fantasias. E agora, uau, isso tá chegando! A ficha tá caindoooo. 


QUERIDA RAINHA, QUERIDO WILLIAM, QUERIDA KATE, QUERIDA CIDADE CINZA COM COM GOSTO DE CAFÉ DO COSTA, INGLATERRA, EU ESTOU CHEGANDO!!!!!!!! 

(Se é para fazer isso, faremos direito e de uma maneira bonita, com palavras bobas e sentimentos levemente agradáveis.)

Não sei se é coincidência ou não, mas assim que completei dezesseis primaveras, São Paulo recebeu uma fonte fria. Geladíssima, na verdade. Se você aí mora na cidade do trânsito, vai me entender. E é engraçado porque, na boa, eu amo o Inverno. Mas meu coração anda tão quentinho... Venho dormindo com três meias, dois moletons, umas cinco cobertas e com aquecedor ligado, confesso, mas, caramba, o coração tá tão quente. 

Não estou apaixonada, juro! A questão é que minhas palpitações estão há 9.422 quilômetros de distância e o verão acabou de chagar por lá <3 

Parece bobo dizer isso, mas acho que todo mundo um dia vai entender o que estou tentando dizer. Sei que sou nova, sei mesmo disso e até me sinto meio idiota por pensar algumas besteiras como essa, mas, algumas vezes, não dá para explicar exatamente: nos sentimos em casa estando extremamente longe de casa. A gente sente que tá no lugar errado porque, depois de visitar algum especial, parece que não pertencemos a nossa rotina habitual senão aquela que nos acompanhou por um curto período. Dói. Machuca. É uma home-sick estando em home HAHAHA. 

Se lembram quando fui para a Inglaterra há dois anos? Contei muito breve meu roteiro, fiz algumas playlists temáticas mas, confesso, na época eu não estava tão empolgada. Em função disso, os ingleses me surpreenderam de todas as formas. Viraram meu mundo de ponta cabeça, me deixaram em dúvida sobre certezas, tiraram minhas inseguranças e colocaram no lugar toda a minha vontade de sair pintando o mundo com as cores dos meus sentimentos. Fez sentido, doeu partir e, agora, depois de dois anos, depois de buracos, obstáculos enfrentados, mudanças drásticas, luppings de montanhas-russas sem trilhos, memórias com níveis algébricos impossíveis de entender, depois de tudo é hora de voltar para casa. 

É hora do queridíssimo UK bagunçar tudo mais uma vez e, ainda bem, por muito mais tempo! 

Vou fazer uma intercâmbio, pessoal. Ficarei exatamente um mês na cidade de Brighton & Hove, litoral sul da Inglaterra. Vou me instalar na casa de um homem, super simpático, com sua filha e, bem provavelmente, mais um intercambista europeu. Enfrentarei doze horas de voo sozinha, ônibus todas as manhãs, aulas de inglês, a maravilhosa Londres e, claro, histórias boas, engraçadas, vergonhosas, românticas e eternas não irão faltar. 

Faltam cinco dias para esse sonho tornar-se concreto. Tá sendo muito bizarro pensar que exatamente daqui uma semana, eu tô chegando em uma cidadezinha meiga e pequena, com memórias prontas para serem criadas a cada esquina! O coração tá apertado, minha mãe chora toda vez que me olha e, confesso, meu iPod não para de tocar Beatles e Oasis porque, bem, convenhamos né? hahahaha. 

Não sei o que me espera e isso me assusta demais demais demais mas, sério, amo aquele frio na barriga que parques de diversões dão e, exatamente agora, é essa sensação que estou sentindo. Devaneio sobre cenas de filmes que podem me descrever e podem acontecer, mas choro também por pensar que um oceano inteiro está distante e que um mês pode ser MUITO tempo e MUITO pouco tempo também. 

Tá complicado. A ideia de cair sozinha no mundo, de poder, finalmente, abrir as asas aqui dentro que estão há tanto loucas para baterem, é confusa, é excitante, é preocupante.

O nome do blog é Wanderlust e, claramente, vlogs, fotos, snaps (anacrepaldi) não faltarão de maneira alguma! Playlists e diários de intercâmbio igualmente! Tô levando meu notebook e tentarei atualizar o blog na medida do possível, no acaso, estarei por todas as minhas redes sociais direto e espero muito poder contar com vocês de alguma maneira <3

Tá chegando a hora e sexta-feira preciso partir. Seja o que tiver que ser e como deverá ser. Tô indo. Com sonhos, com uma mala bem carregada de leite condensado e ideias toscas de como trinta dias podem me mudar. Meu casado vai segurar todos os medos bem fortes e, ah, bem, o coração tá aberto para todas as artimanhas do destino e das linhas extremamente tortas da vida.

Porque, quem sabe, elas não se ajeitam mais... Ou talvez, se bagunçam novamente :)


Estou respondendo qualquer dúvida sobre intercâmbio! Farei um post, depois, mais detalhado sobre onde/como/quando fechei, mas meu qualquer coisa me perguntem que ficarei mega feliz em responder.

Obrigada por tudo, gente <3 Vlogs bem bem bem em breve!


Reino Unido, me aguardeeeeee

#AnaNaTerraDaRainha hehe


FUUUUUUUUUUI




segunda-feira, 21 de março de 2016

Abrindo meu coração: escola + complicações + pé esquerdos + PLAYLIST!

Eiiiiiiiiiii! Aqui estou eu! 

Uau, que vergonha! Que sumiço! Dentre todos os meses e todas as furadas nesses quase dois anos de blog, definitivamente, esta última mancada veio a ser a pior, correto? Será que desculpas bastam? Acredito que não e, não atoa, aqui estou eu. 

Claramente, esse post começou com uma pitada de despedida e, conhecendo o ser humano relativamente pouco mas ainda o suficiente, parece até que vim aqui dizer que desisti de algo, que cansei de alguém ou, quem sabe, que estou partindo ou entrando em ausência. Ah, que belo engano! 

Nossa, pessoal, se fosse fácil colocar em palavras, como faço quando estou sozinha, tudo que andou acontecendo seria tão bom. Seria bom mesmo. Agora, exatamente agora, tem um tal de McFly tocando nos meus ouvidos e eles dizem que desejam estar na Califórnia! Ah, mais uma vez, se fosse fácil estar lá... <3 O meu ponto é que eu me ausentei, MUITO, e hoje andei pensando em como seria bom voltar e voltar de verdade. Afinal, apesar de eu achar que não são muitos aqueles que estão lendo isso aqui, "isso aqui" é um blog.  B-L-O-G, uma plataforma a beira do pessoal, formador de opinião, então por que diabos demoramos tanto para, realmente, nos abrirmos aqui?! 

Ei, eis minha chance e primeira tentativa :)


Ultimamente, mas específica em 2016, o café andou meio gelado, sabem? O trânsito de São Paulo tornou-se mais atormentador e minhas forças em plena madrugada, no meio do toque do despertador, só permitiram que meu pé esquerdo alcançasse primeiro o equilíbrio ao despertar. Complicado, né? 

Verdade verdadeira, isso é engraçado. A gente pensa que quando um ano bom encerra-se, o próximo vai ser uma mera continuação, mas, uou, como a gente se engana! E se engana tanto que quando a gente percebe tudo que era para ser bom já engatou em uma gigantesca bola de neve recheada de encrenca e coisas desagradáveis. 

Sinceramente, ter quase dezesseis anos não me ensinou exatamente muitas coisas... Um pouco de trigonometria, que recentemente passou a ser bem legal, pouquíssimo da insuportável química, muito (devido ao meu prazer e entusiasmo) de história e... Bem... Aprendi um pouco sobre coisas darem certo e errado. Ou vice versa. Versa-Vice. Tanto faz. 

Mas aprendi, aprendi mesmo. E, não sei exatamente o porquê de eu estar escrevendo essas coisas, nesse momento, mas coisas ruins acontecem o tempo todo. E, nossa, como acontecem! Eu poderia já listar tudo que deu errado esse ano e, de verdade, já bastaria para os 366 dias dele! Mas, ei, e as coisas boas? Já notaram que quando tá tudo bagunçado esquecemos delas e deixamos-as de lado? 

Não é que o blog ficou de lado? 

Não quero ser conselheira de ninguém, não mesmo, mas hoje estava listando no chuveiro dez coisas que me deixam bem. Sabe o que foi mais engraçado? Não tinha mais dedos para listar itens! Havia escrever, cinema, fotografia, starbucks, música, blog, animais, rodas gigantes, viagens, pizza, amigos, memórias, apelidos e... Viram só? 


Resumindo, estamos de volta! Prometo que tentarei achar um parâmetro entre seno/cosseno/tangente; dióxido de carbono e ácido sulfúrico, a Revolução Russa e período Pré-Colonial junto a blog e toda a lista que fiz mentalmente no chuveiro. Prometo de verdade <3

E, última coisa, não sei quantas leituras isso terá, mas tô deixando registrado que, a partir de agora, existe uma pequenina segurança para abrir as portas do meu coração gordo e complicadinho para esse lugar que eu e a Nath tanto amamos! 

Claro, não podia faltar música né? hehe! Espero que gostem e, ò, repeti isso a mim mesma, 2016 só está começando e ainda temos muito para mostrar :)


                                               

FUUUUUUUUUUI
Xx Ana :)

domingo, 13 de março de 2016

Experiência: Lollapalooza 2016

Quem é vivo sempre aparece! Hahaha Oi gente, tudo bem com vocês?

Bom, mil desculpas pelo sumiço! Eu sei, tá crítica essa falta de posts por aqui, mas pretendemos - de verdade - mudar isso.

Enfim, hoje eu vim falar sobre a minha experiência de estar pela primeira vez em um festival de música!


A entrada (sem responsáveis) é permitida para qualquer um acima de 15 anos. Então, como eu tenho 16 pude ir sem meus pais. Mas não, eu não estava sozinha, hahaha. Fui com alguns amigos e eles foram uma companhia incrível! <3

Como não tinha nenhum show que eu queria ver que fosse muito cedo, só cheguei lá pelas 16/17 horas. (Os portões abrem às 11h)

Os shows que eu planejava ver eram o do Of Monsters and Men (acabei não vendo :/), Halsey, Mumford and Sons e Marina and the Diamonds.

Por fim, eu assisti Cold War Kids, em vez de Of Monsters and Men, na intenção de esperar pela Halsey - que se apresentou naquele mesmo palco.

Halsey

Gente, que show maravilhoso! Ela começou o set com "Gasoline", uma das minhas favoritas! E nem preciso falar que a platéia foi a loucura. Mas, na minha opinião, os pontos altos do show foram quando ela cantou "Colors" - seu mais novo single (assista ao clipe aqui) - e todo muuundo cantando junto EVERYTHING IS BLUUUUE e quando ela cantou "Hurricane", a primeira música dela que eu escutei ever e desde então, sou apaixonada por todos os seus trabalhos. 



Conheça ela: aqui.

Marina and The Diamonds

Esse foi provavelmente o show mais animado (e esperado) da noite! 

A Marina estava confirmada como atração do Lolla 2015 mas, por alguns motivos, acabou tendo que desmarcar de última hora. 
Por fim, chegou ao festival esse ano. Claro, ela fez várias piadinhas sobre o ocorrido durante todo o show.

Quanto a setlist, ela fez algo super especial e separou o show em 3 partes: uma para cada um de seus CDs. Então, cantou sucessos do "Family Jewels", "Electra Heart" (<3) e do "Froot" - seu mais novo álbum.

Foi incrível e ela é muiiiito linda!


Esses foram, com certeza, meus dois shows favoritos! 

Ai, foi incrível <3 Mesmo sendo suuuper cansativo (meu pé morreu), já quero mais! 

Espero que tenham gostado do post! Beijos, até mais :)

domingo, 24 de janeiro de 2016

4 dicas para ter uma pele saudável ☼

Oi gente! Tudo bem por aí?

Adivinhem quem já está no esquema escola-casa-escola novamente? Nós! Pois é, mordomia acabou mas nem por isso o blog deixa de estar em movimento, certo? 

De qualquer jeito, estou enrolando para vir falar sobre tratamento com a pele há algum tempinho. Sei que o ideal seria passar essas dicas em meio as férias, mas aí tem muito sol, muito protetor solar e preguiça, então vamos aproveitar o ritmo acelerado para cuidar da nossa cara de pão? HAHA! 

1) Água maior companheira: Isso vai parecer clichê e encheção de saco e clichê e chato e clichê HAHA, masss é a melhor e mais importante dica de todas! Sério, eu sou a prova viva que há pessoas no mundo que detestam água mas, de verdade, é necessário e faz um bem danado, pessoal! Eu tenho 1,75 de altura e, para mim, o ideal seria tomar no mínimo cinco dessas garrafinhas ai por dia! Imaginem só! Mas o meu ponto é o seguinte precisamos beber água. Para uma boa pele, para um bom cabelo, para melhor disposição e para uma vida saudável também :)

2) Lave, Lave e Lave: Lavar o rosto é muito importante também e vem me ajudando muito a combater cravos e espinhas. Dá uma super preguiça, no inverno então nem se fala, mas é quase sagrado que a gente reserve cinco minutos a noite e de manhã, pelo menos, para tirar todas as impurezas do rosto (olha só, pareço até dermatologista hahaha). E tem uma coisa que eu aprendi recentemente é que, depois de passarmos um sabonete para nosso tipo de pele específico, a gente não pode ir direto e enxugar com força, pelo contrário, devemos passar a toalha bem de leve para não fazer estragos hehe. 

3) Sabonete + Protetor Solar: O primeiro item faz jus a dica de cima que é sempre lavar o rosto que possível e com um produto que seja para sua pele e não seja agressivo. Mas outra coisa é o uso de protetor solar. Eu sou daquelas que nunca passa e sente a maior preguiça mas, pessoal, se a gente parasse para ver com quantas manchas ficamos no rosto por isso, sério, teríamos estoque de protetor em casa. Então, fundamental se proteger do sol com um protetor bem básico e fraquinho mesmo. 

4) Use os produtos certos: Acreditem que se a gente errar nessa parte, mesmo que seja pouca diferença de fórmulas e nomes, a tendência é nossa pele piorar? A gente precisa ter a certeza se temos pele seca, oleosa ou mista porque senão iremos nos afundar ainda mais! Outra coisa, apesar disso, é tentar não abusar muito de cremes e receitas milagrosas, isso pode piorar a situação (ficar mais seca ou mais oleosa, dependendo do que se quer alcançar.). Ou seja, procurar um especialista nessas horas ou mesmo ver com um farmacêutico é uma boa! 

A dica 1 e a 2 são as mais importantes, hein? Venho fazendo desde o início de Janeiro e ando bem mais contente com meu rosto! Espero muito que tenham gostado, não se esqueçam de me contarem o que acharam do post e quais as dicas de vocês...

Beijos, 
Ana :) 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

#EuLi: O Começo de Tudo, Robyn Schneider

Oi gente! Tudo bom?

YAY! Resenha de livro <3 Adoro, pode? Já estou enrolando há um tempinho para falar desse novo querido que já li há quase um mês mas que mereceu, desde a primeira página, post aqui no blog! 

Vamos conhecer essa belezuraaa?
 Ok, Ok, antes de mostrar a sinopse, comecemos por essa capa. ESSA CAPA LINDA! Eu confesso que eu comprei o livro, inicialmente lá na Bienal do Rio, por causa dela. Amo parques de diversão, amo a estrutura da montanha-russa e achei que as cores, aiiii, cairam tão bem. Enfim HAHA vamos ao que interessa. 


O garoto de ouro Ezra Faulkner acredita que todo mundo tem uma tragédia esperando ali na esquina – um encontro fatal depois do qual tudo o que realmente importa vai acontecer. Sua tragédia particular esperou até que ele estivesse preparado para perder tudo de uma vez: em uma noite espetacular, um motorista imprudente acabou com a perna de Ezra, com sua carreira no esporte e com sua vida social.

Depois que perdeu o favoritismo ao posto de rei do baile, Ezra agora almoça na mesa dos losers, onde conhece Cassidy Thorpe. Cassidy é diferente de qualquer pessoa que Ezra tenha encontrado antes – melancólica e com uma inteligência mordaz.
Juntos, Ezra e Cassidy descobrem flash mobs, tesouros enterrados e um poodle que talvez seja a reencarnação do Grande Gatsby. À medida que Ezra mergulha nos novos estudos, nas novas amizades e no novo amor, aprende que algumas pessoas, assim como os livros, são difíceis de interpretar. Agora, ele precisa considerar: se uma tragédia já o atingiu, o que poderá acontecer se houver mais infortúnios?
O Começo de Tudo é um livro poético, inteligente e de cortar o coração sobre a dificuldade de ser o que as pessoas esperam, e sobre começos que podem nascer de finais trágicos.


Eu preciso dizer que, com exceção da capa, eu não dava nada para o livro, mas, assim, nada mesmo. Eu pensei que seria mais um simples clichê e que em uma tarde eu leria e, no dia seguinte, o livro ia parar na bagunça do meu quarto, sem importância nenhuma. E, uau haha, como a gente se engana! 

De fato, eu li em uma tarde mas, muito diferente do que pensei, eu acabei e fiquei acho que meia hora chocada com o final. Ele, no início, parece clichê ao extremo. Sendo sincera, eu pensei que estava lendo uma versão 2.0 de A Extraordinária Garota Chamada Estrela. 

Só que a Robyn Schneider tem algo de especial. Eu normalmente paro minhas leituras porque já não suporto o personagem-narrador, quando é o caso. Mas, dessa vez, eu juro, o Ezra é especial. De inicio, ele parece o típico galã de Hollywood entende? Literalmente, o menino de ouro que sofreu um acidente, virou coitado e teve que apelar para a mesa dos "perdedores". 

Diferente de todos os livros, seriados e filmes que tratam de pessoas parecidas, o Ezra tem um enorme destaque da própria vida. A tragédia que aconteceu com ele, na verdade, o fez começar a viver, finalmente. Por que sabem de uma coisa? Ele, na verdade, pertence aquela mesa de perdedores e ai que o livro tem seu diferencial. 

E ainda temos Cassidy <3 Uma mistura de Alasca, John Green; Estrela, Jerry Spinelli; e de qualquer garota, nós!, com um passado meio turbulento. Mas ela é incrível, apesar de insegura, ela mantém a cabeça erguida e mesmo com coisas tristes na vida, ela dá um jeito de continuar e continuar e continuar :) 

Como eu disse, a príncipio, você não dá nada ao livro. As primeiras 100 páginas são nada demais, mas então temos o romance, temos Toby que é um personagem extremamente fácil de se apegar, como os outros, e temos a lição de que, desde jovens, há grandes altos e baixos. E o tempo todo! 

Melhor Quote do Livro que levarei para sempre comigo <3 "eu sei que eu passei muito tempo existindo, e agora, eu pretendo viver."

Eu preciso dizer que o final também arranca muitas lágrimas. Apesar de fácil, a princípio leve e satisfatório, é aquele tipo de leitura que vai te fazer pensar por algum tempinho. Ezra é um personagem cativante e mais do que interessante. 

O livro é lindo, sensível e especial, como puderam notar <3 E por issoooo, merece cinco estrelas sim! E claro, a leitura de todos vocês! 

Espero muito que tenham gostado e me contem tudo nos comentários, hehe

Grande beijos, 
Ana :)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Conheça: Acacia Brinley

Oi, pessoal. Como vocês estão?

Tudo bom por aí? Comigo, tudo ótimo! Uau, fazia já um tempinho que eu não vinha fazer esse tipo aqui no blog, não é? De verdade, ele é um dos meus favoritos! E acho que já estava enrolando bastante para fazer esse em especial. 

Bom, se você participa de algum fandom ou é ligada em internet já ouviu falar da Acacia Brinley. Mas se não, calminha ai haha eu juro que é legal. E se sim, você já a conhece, me dê uma chance de mostrar alguém muita fofa <3 Vamos lá? 

Acacia Brinley Clark, 18 anos, nasceu no estado de Massachusetts e, atualmente, vive em Los Angeles. Conhecida já há muito tempo por desde criança ter um canal no Youtube, Acacia já causou muitoooo na internet. 

Lá para meados de 2012, essa menina linda que já foi loira, morena, ruiva e com todas as mexas possíveis no cabelo, criou grande fama na internet através de seu tumblr pessoal. Mais tarde, Acacia começou a namorar vloggers e deixou vazar "sem querer" fotos de sutiã. Mas, incrivelmente, no twitter, há alguns dias, ela de fato confessou que fez propositalmente isso para conseguir mais olhos nas redes sociais e, de fato, conseguiu. 

A questão é que, depois de sair com muitos integrantes de bandas, bagunçar a vida de fãs e tentar criar a própria banda há três anos (ficou conhecida como Watercolor), hoje, agora haha, ela é um amor. Além de ser fanática por Star Wars, ela é adorável com os dois gatos e o cachorro que têm, já mora sozinha, tem um namorado maravilhoso e ainda faz uso no canal de vlogs e comportamento no Youtube. 

Sem contar que tem muito estilo e muita facilidade para tutoriais de maquiagem! 
Se vocês quiserem, o instagram e o twiiter dela é @acaciabrinley. O canal de vlog que ela possui com o namorado é este e o pessoal é aqui

O que eu acho mais incrível da parte dela é que ela já foi alvo de muitas críticas e muitos xingamentos, como muitas outras pessoas. Mas ela é muito jovem ainda e, agora, sempre ajuda no possível pessoas com inseguranças, medos e que já erraram muito (como todos nós! haha). E ela é linda, né? Merece follow com certeza HAHA. 

Espero que tenham gostado! 
Beijocas, 
Ana :) 

sábado, 9 de janeiro de 2016

#EuLi: Toda nudez será castigada, Nelson Rodrigues

Oi gente! Tudo bem?

Há muito tempo eu não faço um post de leituras, pois há muito tempo eu não estava lendo tanto quanto tenho lido nessas últimas semanas. Tentando levar as metas de ano novo para frente, sabem como é, né?


Bom, essa semana andei recuperando meu hábito de ler e tenho feito leituras muito boas. Hoje, vim falar de uma delas: "Toda nudez será castigada", de Nelson Rodrigues.

Eu sempre tive preconceito em ler peças, sempre pensei que não fosse conseguir gostar. Mas depois de tanto ouvir falar das obras do Nelson, através do canal da Bárbara Matsuda, o Letras de Batom, senti que precisava dar uma chance! Hahaha e olha, não me arrependi nem um pouco.

Foi uma leitura super rápida e dinâmica (?), eu diria. Esse foi, com certeza, o livro que eu li mais rápido em toda a minha vida! Tipo, em menos de 2 horas.


Se você pretende ler esse livro, só digo uma coisa: se prepare para um final muito chocante, hahaha.

É isso. Espero muito que tenham gostado! Pretendo trazer mais muitos posts desse tipo, se vocês curtirem e gostarem da ideia, claro :)

Beijos, Nath!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Por que ter um diário?

Oi, gente! Tudo bem com vocês?


Tive inspiração para esse post do nada, e sério, por que eu nunca vim falar disso antes?

Há uns anos, eu e a Ana, vagando por algumas livrarias, nos encantamos pelas agendas e cadernos da marca italiana, Moleskine. Desde então, decidimos que iríamos, todo ano, manter diários! Eu tenho o meu, e ela tem o dela. 

E, bom, ano novo... diário novo. Então, eu estive pensando sobre. E, gente, escrever um diário só tem vantagens.

Principalmente nessa nossa fase da vida, acho que é muito legal e importante guardarmos os momentos em palavras, com nossas próprias palavras. Além de fotos (que também são incríveis!), daqui alguns anos, você também vai poder LER sobre a sua adolescência, sobre os seus melhores momentos - e os piores também. Relembrar cada risada, cada brincadeira, cada bronca que levou dos seus pais... Hahaha, tudo. 

Então, através desse post, eu decidi encorajar vocês a, nesse ano e nos próximos, manterem diários! E, ei, não tem problema se você não tiver coisas incríveeeis para escrever, sobre como você tem a melhor vida de todas, mas, simplesmente escreva os pequenos momentos de cada dia, as pequenas coisas que um dia você vá querer relembrar. :) Vamos aproveitar que o ano só está começando!

Ok, agora eu já espero ter te convencido. Precisando de inspiração? Quer "enfeitar" seu diário? No problem! 


Todos muito lindos, né? Lembrem-se sempre de guardar, por exemplo, ingressos de show, ou qualquer tipo de "souvenir" que você possa colar no seu diário! Você também pode desenhar, se preferir.

Ah, você também pode colocar "stickers" ou algum tipo de post-it para marcar os seus dias e momentos favoritos! Fica bem legal!

É isso, gente. Espero muuuuito que tenham gostado desse post, e que ele possa ter sido útil e ajudado vocês! :)

Beijosss, Nath!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

#EuLi: Amor Amargo, Jennifer Brown

Oi gente! Tudo bom? Primeiro post de 2016, YAY!

Sei que acabei me atrasando neste post mas estou orgulhosa pelo primeiro ser sobre uma das minhas coisas preferidas: livros. Quem me conhece já até sabe, certo? Bem, primeiramente, eu queria dizer que espero muito que todos vocês tenham aproveitado o Ano Novo e, 2016, vêm que vêm! 

Hum... Eu não sei por onde começar, pessoal! Eu embarquei em uma semana de maratona literária (li seis desde segunda passada!) e quando cheguei ao dito cujo que será centro deste post, só consegui pensar em postar logo sobre ele e fazer uma resenha digna de tal leitura. Vamos ver? 


Último ano do colégio: a formatura da estudiosa Alex se aproxima, assim como a promessa feita com seus dois melhores amigos, Bethany e Zach, de viajarem até o Colorado, local para onde sua mãe estava indo quando morreu em um acidente. O Dia da Viagem se torna cada vez mais próximo, e tudo corre conforme o planejado. Até Cole aparecer.
Encantador, divertido, sensível, um astro dos esportes. Alex parece não acreditar que o garoto está ali, querendo se aproximar dela. Quando os dois iniciam um relacionamento, tudo parece caminhar às mil maravilhas, até que ela começa a conhecê-lo de verdade…
Em um retrato realista de um relacionamento conturbado, a autora Jennifer Brown – do sucesso A Lista Negra – nos leva até o limite de nossos sentimentos.

Vocês se lembram de quando eu fiz resenha de A Lista Negra? Clique aqui para ver. Lá, naquela altura do campeonato, eu já deveria ter percebido que quando o assunto é Jennifer Brown, não podemos começar a ler antes de uma preparação pesada psicológica. 

Amor Amargo, lançando em Agosto, em meio a Bienal do Livro, como mostra a sinopse, nos conta sobre um relacionamento abusivo e não digo apenas fisicamente. Como eu já sabia sobre isso, antes de iniciar tal leitura, eu fui preparada, por assim dizer HAHA. Tipo, eu estava com um pé atrás entendem? Eu sabia que não viveria no conto de fadas por muito tempo e, ainda bem, que sabia! 

Alex tem tudo para ser uma personagem-narradadora incrível, juro. Muito diferente da Valerie, de Lista Negra, ela, a princípio, não é cansativa, não é monótoma e ela aprecia a vida lá fora haha. Mas, então, BUM! Ela se torna pior que a Val. 

Em A Lista Negra estamos a todo tempo, a todo custo e a todo minuto, torcendo para que as coisas fiquem boas e se acertem para os personagens e aqueles ao redor. Em Amor Amargo, a Jennifer Brown é tão incrível que, nas 100 primeiras páginas, estamos torcendo pelo casal. Fala sério, pessoal, o Cole aparece no segundo capítulo e ele parece ter saído de um filme. Misterioso, intrigante, charmoso, educado e alguém que se importa, ele mexe não apenas com a Alex, que sofre com a família e com os problemas passados, mas conosco também! 


E, então, novamente, BUM! As coisas começam a acontecer, um pulso machucado, um puxão de cabelo, agressões verbais e a gente se vê em um pico, sério. O livro não tem uma constante, pelo contrário, ele começa a subir e subir e subir e a gente pensa "Meu deus, vai ter morte aí!". 

Com a Valerie, a gente perdoa. Apesar de ela ser parada e confusa, a gente não consegue odiá-la. Mas a Alex, nossa, a gente fica constantemente pensando que não faríamos igual, que se fosse nossa pele na situação seríamos seguras e procuraríamos ajuda. Mas, com Jennifer Brown e com a própria Alex, percebemos que não é assim porque, sem dar spoilers, a Alex pensa como nós. Ela abre o jogo para o leitor e mostra as vantagens e as desvantagens de abrir a boca, de gritar por socorro e por isso que, também, é impossível odiá-la já que, de uma maneira ou de outra, ela é uma versão de qualquer um que estivesse em um relacionamento abusivo. 

O livro é curto. Comecei ele hoje de manhã e terminei agora pouco. Nem por isso, ele deixa de ser denso. Pelo contrário, ele é bem pesado, com letra miúdas mas ele prende a atenção! A Jennifer Brown escreve de uma maneira muito certa e realista um assunto, considerado tabu, crítico e perigoso. 

Ele é leitura obrigatória, gente! S-É-R-I-O! Leiam primeiro a Lista Negra e depois Amor Amargo. De qualquer forma, eles se conversam. Superação, romances tensos, problemas familiares e insegurança há em excesso, por isso se prepare haha. 

E, claro, você vai ficar pensando no Cole, na Alex e em (lê-se lindo, incrível e maravilhoso) Zack por váriossss dias. 

Espero que tenham gostado e não se esqueçam de me falar o que acharam caso leiam ou tenham lido! 
Beijocas, 
Ana :)

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Tchau, 2015! ♥

Bom, primeiro dia de 2016!
Caraca gente, como passou rápido...


Ao contrário do que muitas pessoas tiveram a dizer sobre o ano que ficou pra trás, eu amei 2015! Sério, foi um ano muito bom pra mim. 

Em alguns quesitos, poderia ter sido bem melhor. Aliás, não poderia, mas eu gostaria que tivesse sido! Mas, por exemplo, eu fui super bem na escola durante todo o ano, eu viajei para lugares que sempre sonhei conhecer, fui à shows, fiz novas amizades. 

Por isso, estou bem nostálgica e um tanto quanto triste de deixar 2015 para trás. E, sério, fazia muito tempo que eu não me sentia assim em relação a um ano. Mas acho que isso é bom, certo?


Nessa colagem feita pelo site 2015bestnine.com você pode conferir quais foram as minhas 9 fotos mais curtidas do Instagram durante 2015! Essas marcaram alguns dos melhores e mais divertidos momentos do ano que eu nunca vou esquecer.
Ah, e vocês também podem descobrir quais foram as suas! Basta acessar o site e escrever seu usuário (@). :)

O intuito desse post era mesmo desejar à todos vocês um lindo ano e dizer que, mesmo tendo falhado um pouco, uma das metas que eu orgulhosamente cumpri neste ano foi atualizar o blog com frequência! E, podem ter certeza, 2016 será ainda melhor, hehehe. 

É isso gente. Feliz ano novo! 

Beijosss, Nath :)

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

+ 366 (bissexto vem ai!) dias ❀

Nossa!!! Mas não foi ainda ontem que eu sentei exatamente onde estou hoje, respirei fundo com uma dor enorme no coração e repeti a mim mesma que deveria fazer isso? E, olhem só, aqui estamos nós novamente <3 

Último... Dia... Do... Ano... Nossa, Ana, quanto drama. É só um rito de passagem, afinal, não é como todos falam? As mesmas estações, as mesmas datas, as mesmas comemorações e apenas um número diferente na data. Uau, parabéns, é apenas isso, não é? 

Hum... Convenhamos, acho que não é não. 

Dizer adeus não é uma tarefa fácil, certo? Aliás, é ainda mais complicado dizer tchau a algo que nem acabou mas você já sente muita saudades. Mudar de ano, pelo menos para mim, não é simples. Poxa, a gente vai começar a se referir aos fatos bons e ruins como algo que já aconteceu há uma certa quantidade de tempo. A gente vai criar outras metas e recomeçar tudo de novo, com o pé esquerdo ou com o direito. 

Eu falei no post do ano passado que nunca acreditei em sorte nos anos pares/ímpares mas, confesso que, recentemente, venho tendo uma preferência para os ímpares. Só que isso é uma coisa muito engraçada! Porque, se querem saber, há um ano eu escrevi esse post tremendo. Tremendo porque 2014 havia sido bom demais e eu tinha medo que 2015 não fosse páreo para ele e não o pudesse superar. 

Sabem qual a novidade? 2015 foi o melhor ano de todos. Tá, Ana, pode rir. Vamos todos rir, na verdade! Há um ano eu fiz um combinado aqui no blog, comigo e com todas as forças astrológicas e cósmicas, que deixaria que todos os sabores, azedos, amargos, doces e salgados, aparecessem no futuro ano. E, de verdade, ele foi essa mistura perfeita. 

Ensino Médio não é fácil. Dizer tchau a pessoas que você via-se aguentando para sempre dói. Mudanças forçadas machucam e lágrimas, minha nossa, elas estão presentes com a gente um tanto quanto sempre. Mas, aí, do nada, as coisas começam a caminhar para um bom caminho. Começam a correr junto a felicidade, a juventude e a alegria e, uou, dá até um medinho, não dá? É tipo, "posso mesmo ficar feliz agora?" ou, quem sabe, "isso tá mesmo acontecendo?". 


E é claro que está acontecendo! Coisas boas e coisas ruins, por mais que isso soe extremamente clichê e na maioria das vezes eu me odeie por fazer tal uso dessas frases, acontecem o tempo inteiro. Independentemente de ser par ou ímpar, frio ou calor, esquerdo ou direito, doce ou amargo: as coisas apenas acontecem e depois que elas passam, duas situações podem vir a ocorrer. A gente sentir MUITA falta ou ficar mal por ter feito errado. Mas, de verdade, os dois lados nos ensinam alguma coisa. 

Ah, e as metas? Nossa! Gente, vamos fazer metas e vamos fazer de verdade. Eu sei que é uma coisa complicada estabelecer um parâmetro entre coisas que podemos realizar em meio aquelas que desejamos ter mas, na real, assim que conseguimos é muito bom. Melhor ainda quando pegamos essa listinha agora no final do ano e reparamos que todos os planos, t o d o s, foram concretizados

Vou contar um segredo. A minha primeira meta para esse futuro ano, o meu primeiro objetivo, vai soar bobo mas é o que eu quero... Bem, é deixar de falar "eu tenho medo". Me peguei durante 2015 falando isso constantemente. Medo do futuro, medo de fracassar, medo de errar, medo de me arrepender, medo de não ser como é, medo de... Que se dane! Chega. Ter medo nos torna alguém fraco e não precisamos ter algo que, incrivelmente, está na nossas mãos: a vida. E é por isso que vou sair gritando para todo mundo fazer a mesma coisa HAHA. 

Gostaria de poder ficar rindo o dia inteiro enquanto falo sobre tudo de bom, e de ruim, que aconteceu esse ano. Mas, de verdade, 2016 tá ai para a gente fazer ele valer muito a pena. Vai ter tragédia, vai ter muitos erros e arrependimentos, perrengues HAHA, mas vai ter coisa boa. Sempre vai. E aliás, pelo menos para mim, esse ano vai ser bom já que a minha novidade é que vou fazer intercâmbio! Portanto, 1.6. já é especial sem nem ao menos ter começado. 

Eu só quero dizer que ter um ano de vários sabores e que te surpreende a cada dia é bom demais. É claro que terão acontecimentos que jamais serão superados mas quem disse que não terão outros que um dia estarão na mesma situação? Parece confuso mas depende totalmente de nós, fazer valer a pena ou não. Ou melhor, faremos valer a galinha, o galo e o galinheiro inteiro hahaha. 

Mudanças são saudáveis e faz parte ter saudades, afinal, a gente tem isso o tempo todo. E a gente também só comemora, o mundo todo, uma série de fogos de artifícios uma vez no ano, independente da religião, do sexo, do país e o que for. 

É nesse bum-bum-das-bummm que a gente recebe a chance de fazer as coisas ainda melhores. Portanto, deixem que o cozinheiro lá em cima junte todos os sabores e todas as penas. Aumenta o som (de preferência de Next Year, Two Door Cinema Clube e Good Life, One Republic HAHA) e só veja os fogos. 

FELIZ ANO NOVO! VÊM 2016! 

domingo, 27 de dezembro de 2015

Playlist: Não paro de ouvir!

Oi gente! Tudo bem bom com vocês? Eu espero muito que sim!

Faz uma grande cota que eu não venho falar sobre minhas músicas prediletas do momento, certo? Confesso que nas férias eu fico meio desligada de baixar coisas novas mas, nem por isso, deixe de montar playlists de acordo com o lugar e o momento que estou vivendo. 

Ando curtindo bastante este, no momento, haha o que acham de darem uma olhadinha nas minhas prediletas e que não saem do replay até agora? Vamos lá?

Sério, elas não saem da minha cabeça. Optei por não colocar os videos do YT e apenas a playlist do Spotify porque acho que é mais fácil, além de que acaba evitando um post muito grande.

Espero que tenham gostadooo, até mais e um grande beijo a todos,
Ana :)

sábado, 26 de dezembro de 2015

Vale o play: "Sounds Good Feels Good", 5SOS

Oie gente, tudo bem com vocês?

Como foi o Natal de vocês?
Meu Deus, o ano tá acabando!!! Que medo, socorro hahaha.

Bom, no post de hoje vim falar sobre o álbum que eu não consigo parar de ouvir: o Sounds Good, Feels Good do 5 Seconds Of Summer.


Até mesmo a capa é linda, quanto mais as canções. <3


Na verdade, eu estou um pouco (bastante) atrasada para falar do trabalho deles, afinal, esse CD foi lançado dia 23 de outubro deste ano... Ops. Mas, antes tarde do que nunca, eu vim dizer pra vocês que ouvir essa obra de arte é uma necessidade.

Dentre todas as músicas, 3 já viraram singles e ganharam vídeo-clipes só para elas: "She's Kinda Hot" (essa música me lembra LA, pois foi lançada quando eu estava lá #sdds), "Hey Everybody!" e "Jet Black Heart", a minha favorita.


Bom, eu amo todas as músicas do CD, mas as minhas favoritas são: Jet Black Heart, Catch Fire, Safety Pin, Fly Away, Airplanes, San Francisco e Outer Space/Carry On.

Espero que tenham gostado da indicação musical, e quem sabe, essas músicas marquem o summer de vocês, como algumas deles um dia já marcaram o meu. :)

É isso... Beijosss, Nath!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Garota, Interrompida: Livro X Filme

Oi, pessoal, como vocês estão?

Confesso que já estava com saudades de fazer batalhas entre filme e livro. Aliás, acho que só fiz uma, certo? E, comentando sobre isso, ainda não terminei a série Divergente mas prometo que, assim que o fizer, conto a vocês. 

Bem, mas hoje, especialmente, eu venho falar sobre o queridíssimo de cinema Garota, Interrompida que foi estralado não menos por Winona Ryder e Angelina Jolie! Quem conhece? 

Quando a realidade torna-se brutal demais para uma garota de 18 anos, ela é hospitalizada. O ano é 1967 e a realidade é brutal para muitas pessoas. Mesmo assim poucas são consideradas loucas e trancadas por se recusarem a seguir padrões e encarar a realidade. Susanna Kaysen era uma delas. Sua lucidez e percepção do mundo à sua volta era algo que seus pais, amigos e professores não entendiam. E sua vida transformou-se ao colocar os pés pela primeira vez no hospital psiquiátrico McLean, onde, nos dois anos seguintes, Susanna precisou encontrar um novo foco, uma nova interpretação de mundo, um contato com ela mesma. Corpo e mente, em processo de busca, trancada com outras garotas de sua idade. Garotas marcadas pela sociedade, excluídas, consideradas insanas, doentes e descartadas logo no início da vida adulta. Polly, Georgina, Daisy e Lisa. Estão todas ali. O que é a sanidade? Garotas interrompidas. Um relato pessoal, intenso e brutal que nos faz refletir sobre nosso papel na sociedade, Garota, interrompida é uma leitura obrigatória, que inspirou o filme homônimo sucesso de bilheteria que concedeu a Angelina Jolie seu papel mais importante e o Oscar de melhor atriz coadjuvante. 
"Não saber o que quer ser não é uma opção"; E por onde mesmo eu começo depois disso? HAHA. Eu já conhecia o filme, sem novidade. Como a própria descrição diz, a Angelina Jolie ganhou Oscar por tal papel e, portanto, ele é mais do que renomado. 
Por outro lado, eu me surpreendi ao ver lá em Agosto, na Bienal, a capa do livro. Para ser sincera, eu pouco sabia que o filme havia sido inspirado na obra. Além de que, melhor, o relato é baseado em fatos reais! Como podem ver, o nome da autora é seguido do mesmo da personagem principal. 
Primeiramente, o livro não é linear. Ou seja, ele não segue uma linha de pensamentos ou fatos cronologicamente narrados, muito pelo contrário, ele parece uma espécie de diário em que Susanna só foi escrevendo tudo que havia acontecido com ela nos dois anos internada. Enquanto isso, o filme parece faze um interpolo de passado e futuro que fica claro e é compreensível. 
Eu li críticas sobre o livro falando que ele é cansativo e não prende o leitor. Mas, na verdade, na minha opinião, por não ser linear e por Susanna estar falando exatamente o que sente e o que pensa, além de contar suas histórias no hospital, ele torna-se real. Ele é fiel aos anos 60 e, mais que isso, conta a realidade de um internato. Diferente do filme, que parece deixar claro que estar louca e estar internada é o fim da vida e um caminho sem volta, o livro mostra que não é bem assim. Que não é mesmo assim. 
O filme tem um começo, um meio e um fim. Ou seja, ele tem uma trama principal e os diretores até fizeram uma brincadeira de romance entre as personagens. Mas o livro os capítulos não geram nada, digamos assim. Os capítulos são acontecimentos que acabam ali mesmo, são histórias passadas e as personagens são mais desenvolvidas. E, muito melhor que no filme, como eu disse, a Susanna mostra que estar louca não é está acabando com a própria vida, ela mostra que, na verdade, internar-se, no final, foi e é uma maneira de melhor a vida <3
De uma maneira bem intensa, real e quase técnica já que há muitos termos sobre psicológico, o livro é um lembrete para todos os doentes ou qualquer um por ai que, hora ou outra, dá para recuperar o tempo perdido e dá para sair do fundo do poço de cabeça erguida. E o filme é bonito, é engraçado e estampa de maneira cinematográfica e menos emotiva a vida dessas pessoas mas, nem por isso, deixa de ser bom, pelo contrário. 
Eu, indecisa como sempre, recomendo os dois! Leia o livro (4 estrelinhass) primeiro e depois assista o filme (5 estrelinhass) porque acho que fará mais sentido e é mais provável de você agradar-se com a história no geral haha. 
Não esqueçam de me contar o que acharam e se gostam desse tipo de postagem! Eu espero muito muito muito que sim para as duas perguntas haha. 
Beijocas, 
Ana :)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

4 maneiras de treinar outra língua

Oi gente! Como vocês estão?

Eu vou muito bem :) E procurando aproveitar as férias ao máximo e vocês? Bem, exatamente por isso, andei pensando em todas aquelas coisas que a gente procura fazer ou quer fazer mas não consegue devido a falta de tempo (postar é uma delas HAHA). Mas, vamos conversar de verdade, sou a única que adora aprender novos idiomas?

Com exceção de espanhol (sorry, realmente não dá!) eu acho que cada língua tem o seu jeitinho e já a acho simplesmente sensacional por causa disso. Nos dias de hoje, infelizmente, só sei o português, o inglês e o maldito portunhol, mas espero daqui uns anos conhecer bastantes! De qualquer forma, reuni quatro dicas para a gente conseguir aprimorar melhor essas belezinhas. Vamos conferir?


1 - AUMENTA O SOM!!! Isso já é fato, certo? Não há nada melhor do que acompanhar músicas com a letra ou, ainda mais legal, tentar entender o que o vocalista está dizendo na marra. Mas isso é sério, pessoal. Além de você aprender a pronuncia, você descobre palavras novas e ainda de um jeito mais do que divertido e mais do que agradável: dançando e cantando. 

2 - Livros são amigos: Sim, isso também já é fato mas as pessoas tendem a esquecer sobre os queridinhos da estante HAHA. Mas a questão é que os livros eles são um mundo de palavras novas e diferentes. Estou fazendo uma espécia de maratona literária com uma amiga e o primeiro livro que escolhemos foi Fangirl, conhecem? E, nossa, na primeira página já veio uma chuva de palavras desconhecidas! E sabem do que mais? Depois que a gente procura por elas e por seus significados é beeeem difícil de esquecermos. 

3 - No Subtitles: Tá, confesso, essa é um pouquinho mais difícil mas se você já está manjando das dicas anteriores ou se sente confortável, tire as legendas dos filmes! É o melhor jeito de entender a pronuncia e reconhecer as palavras apenas ouvindo-as. Além de que, você treina seu entendimento e sua concordância nos filmes e nas séries. Outra coisa, que sempre acontece comigo, é estar assistindo a um dos dois enquanto tô fazendo mais alguma coisa (computador, celular, livro...) e, acreditem, depois de um tempo, mesmo sem prestar atenção 100%, seu ouvido entende quase todo o enredo! 

4 - A internet está aí! Eu sei que, apesar de todas essas dicas, o melhor jeito é cair de cara no país natal do idioma e sair falando e cometendo erros. Mas, a internet também existe e com a tecnologia dos dias de hoje, é mais do que fácil fazer amigos em outros continentes. Use e abuse (com muito cuidado, é claro)!. Você vai estar conhecendo gente novas, gírias e treinando muto o seu conhecimento, além de tudo. 

Eu espero muito que vocês tenham gostado! Aprender coisas novas é baaaumm demais HAHAHA. Não se esqueçam de me falar o que acharam nos comentários! 

Beijocas, 
Ana :)

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

#EuLi: A Playlist de Hayden

Oi gente, tudo bom? 


Que saudades de postar! Preciso me desculpar, é claro, pela enorme ausência mas se vocês soubessem tamanha correria, falta de tempo e o bloqueio que eu tive, aposto que entenderiam. E aliás, eu espero muito que tenham compreendido esse pequeno sumiço meu por aqui. 

De qualquer forma, não só estou de volta na vida de blogueira mas, sem dúvidas, em todos quesitos que abandonei durante as provas. E livros, sem dúvidas, tiveram de ficar de lado. Bem, mas eles também voltaram! Já estou diminuindo minha gigantesca pilha literária e eu não poderia deixar de vir contar para vocês qual veio a ser o meu escolhido para a primeira volta! 

Quem já leu a Playlist de Hayden?

Eu estou enrolando desde Agosto (lenta? Imagina!) para começar a ler este livro, que na verdade eu nem tenho mas sim peguei emprestado. Acho que, em parte, eu não estava contando que iria gostar ou, na verdade, que não seria o tipo de livro que deixa a gente sem dormir, entendem? Há, tava bem enganada!

Depois da morte de seu amigo, Sam parece um fantasma vagando pelos corredores da escola, o que não é muito diferente de antes. Ele sabe que tem que aceitar o que Hayden fez, mas se culpa pelo que aconteceu e não consegue mudar o que sente. Enquanto ouve música por música da lista deixada por Hayden, Sam tenta descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E, quanto mais ele ouve e reflete sobre o passado, mais segredos descobre sobre seu amigo e sobre a vida que ele levava. A PLAYLIST DE HAYDEN é uma história inquietante sobre perda, raiva, superação e bullying. Acima de tudo, sobre encontrar esperança quando essa parte parece ser a mais difícil.

Começa bem morto, não vou mentir. O prólogo é interessante mas os primeiros capítulos são mais do que parados e parece que Sam, o personagem narrador e principal, só sabe falar sobre videogame. Porém, diferente de muitos outros livros, incrivelmente, ele não é um personagem-narrador chato, que a gente odeia ou cansativo. Pelo contrário, na minha opinião, ele é demais! 

Sam é tímido e tinha apenas um amigo, Hayden, que do dia para a noite, decide tomar remédios de tacha preta com bebida alcoólica. O livro já começa assim, com tal fato, e desde o início podemos perceber uma enormeeee presença de bullying. Mas, na verdade, A Playlist de Hayden nos dá uma mensagem tão grande sobre nós mesmos, sobre pressão familiar e como reagimos a tais situações. 

Ah, é incrível! 

E sabem o mais legal? Cada capítulo tem uma música tema <3

Eu já li alguns livros em que o tema principal é morte ou suicídio mas confesso que o autor tem que ser bom demais para conseguir fazer uma história boa em cima disso, principalmente em um mundo adolescente. Mas ò, de verdade, Michelle Falkoff conseguiu tal efeito! No início, parece um livro chato e com um pouco de mistério, mas depois que ele engata em um romance você percebe que há muito mais por trás de um simples "teenager drama". 

Parte do confessionário: eu achava que era um romance gay haha (muito tapada para não ver o menino e a menina na capa, mas thats okay). E assim que notei que não era, não me decepcionei! Na verdade, eu achei brilhante. E se você, você irá entender porque ai está outra sacada de Falkoff: para que devemos nos prender em rótulos e em quem combina com quem? Certíssima! 

Tem muita música, muita internet, muito assunto de autoaceitação, sexualidade, timidez e, principalmente, sobre vida HAHA. Sério mesmo, pessoal, o Sam da uma mensagem tão incrível no final! Na verdade, se você não gostar do livro, garanto que o último capítulo vai recompensar ele inteiro! 



Como devem ter percebido, eu indico o livro para todo mundo! Não perde tempo não haha e a boa notícia é que dá para ler ele bem rapidinho (devorei em três dias). E as músicas são incríveis também, cada uma caindo da maneira certa com o momento e o capítulo <3

Espero que tenham gostado e não se esqueçam de me contar o que estão lendo ou, se já tiverem lido, o que acharam! Adorarei saber, sem dúvidas. 

Beijos e um queijo hehe, 
Ana :)

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Últimos filmes que eu assisti!

Oie gente! Tudo bem?


Hoje eu vim falar sobre os filmes que eu andei assistindo nos últimos tempos, hehe :) Já perceberam que eu tenho adorado fazer esse tipo de post, né?

Então, vamos ao primeiro filme:

Trainspotting - Sem Limites (1996)

Sinopse: 
Em Edimburgo, na Escócia, vive Renton (Ewan McGregor), um jovem usuário de heroína que leva uma vida despreocupada, dividindo-se entre seu romance com a estudante colegial Diane (Kelly Macdonald) e os encontros com seus quatro amigos viciados: Sick Boy, (Jonny Lee Miller), um imoral desenhista de HQs fanático por Sean Connery; Tommy (Kevin McKidd), um atleta responsável; Spud (Ewen Bremner), um bobalhão de bom coração e Begbie (Robert Carlyle), um violento sociopata.

Eu acho que acabei assistindo esse filme por ter lido alguns comentários sobre, provavelmente no Tumblr, e quando vi que ele estava disponível no Netflix, cliquei no play.

Ele basicamente conta a história sobre esse grupo de amigos, todos viciados em heroína, e como a droga afeta a vida deles e também, a luta contra o vício. Passa uma ideia de como é esse mundo e como é viver nele - bem tenso mesmo. 

Ah, também é legal reparar no sotaque deles! Não sei vocês, mas eu adoro prestar atenção nisso, hehe. + Olha aquela frase linda (é uma fala do filme) no cartaz <3

Assista ao trailer: aqui.

Rush - No Limite da Emoção (2013)

Sinopse:
Anos 1970. O mundo sexy e glamouroso da Fórmula 1 é mobilizado principalmente pela rivalidade existente entre os pilotos Niki Lauda (Daniel Brühl) e James Hunt (Chris Hemsworth). Eles possuíam características bem distintas: enquanto Lauda era metódico e brilhante, Hunt adotava um estilo mais despojado, típico de um playboy. A disputa entre os dois chegou ao seu auge em 1976, quando ambos correram vários riscos dentro do cockpit para que pudessem se sagrar campeão mundial de Fórmula 1.
Eu já tinha vontade de assistir esse filme desde que ele foi lançado, aí final de semana passado meu pai (super fã de Formula 1) decidiu ver e eu aproveitei para ver junto!
Honestamente, eu adorei. Achei as atuações super impecáveis, e mesmo até então não conhecendo a história dos dois pilotos, achei super interessante. 
Os efeitos são muito bem feitos e, comparando ao que eu pesquisei na Internet sobre a história real por trás do filme, o elenco foi perfeitamente bem escolhido e tudo foi bem representado.

Vale a pena! + Tem a linda da Natalia Dormer no elenco!

Assista ao trailer: aqui.

Ponte dos Espiões (2015)


Sinopse: 

Em plena Guerra Fria, o advogado especializado em seguros James Donovan (Tom Hanks) aceita uma tarefa muito diferente do seu trabalho habitual: defender Rudolf Abel (Mark Rylance), um espião soviético capturado pelos americanos. Mesmo sem ter experiência nesta área legal, Donovan torna-se uma peça central das negociações entre os Estados Unidos e a União Soviética ao ser enviado a Berlim para negociar a troca de Abel por um prisioneiro americano, capturado pelos inimigos.

Há algumas semanas, fui ver esse filme no cinema e ameiiiii muito! Desde a primeira vez que assisti ao trailer, fiquei com muita vontade de ir conferir.
Eu adoro o assunto "Guerras" e claro que eu super iria me interessar, né?

A direção do filme fica por conta de Steven Spielberg então claro que se trata de coisa boa, né? Então, se você estava pensando em ir assistir, ! É muito bom mesmo.

Assista ao trailer: aqui.

An American Affair (2009)


Estava caçando pelo Netflix um filme para assistir, quando me deparei com esse. O título e o assunto chamou bastante a minha atenção, então decidi vê-lo.

Honestamente, não gostei muuuito, até porque o filme não é super "confiável" (?), não é muito real quanto a alguns fatos reais da história envolvendo o presidente americano John F. Kennedy, mas também não desgostei completamente.
Tem umas cenas bonitas, com uma fotografia bem bonita, o que sempre me prende muito ao filme, mas no geral, eu não assistiria novamente.

Sinopse:

Em 1963, no redomoinho de glamour e intrigas que transformou a Washington do presidente John F. Kennedy em Camelot, um jovem adolescente, Adam Stafford (Cameron Bright), tem uma visão de dentro do tórrido romance de JFK com sua vizinha Catherine (Gretchen Mol), e secretos planos de assassinato da CIA.

Evereste (2015)


Admito que dormi no cinema quando fui assistir esse filme, então nem vou falar muito, hahaha. Mas, calma, era só porque eu tava muuuito cansada! Ok, e também pois o filme é meio paradão.

Sinopse:

No ano de 1996, dois grupos de alpinistas liderados por Rob (Jason Clarke) e Scott (Jake Gyllenhaal) se unem na tentativa de escalar o monte Everest, mas uma grande nevasca coloca a vida de todos em risco. Com a esposa grávida (Keira Knightley), Rob é menos aventureiro que Scott, se preocupando com a segurança dos membros de sua equipe. Ele lutará bastante para tentar proteger a todos.

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Foram esses! Espero que tenham gostado :)

Beijos, Nat!